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Enxofre: elemento fundamental para a soja

Publicação: 09/07/2018 às 14:28 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

     O enxofre (S) é um dos nutrientes mais importantes para o desenvolvimento da soja. Foram observados altos rendimentos da planta com suprimento de S via adubo: a Embrapa Soja conduziu experimentos que revelaram aumentos da ordem de 100 a 500 kg/ha em resposta à aplicação no solo de quantidades entre 25 a 75 kg/ha de S. Tal aplicação deve ser analisada em cada caso, pois diversas condições influenciam no processo, como temperatura; umidade do solo; pH; textura e matéria orgânica do solo; dose do fertilizante aplicado.
     A principal função do enxofre é estrutural, pois compõe quatro aminoácidos: cistina; metionina; cisteína e taurina (os dois primeiros são essenciais ao metabolismo humano e só são produzidos pelas plantas superiores). Nas transformações bioquímicas da soja, o S é um elemento catalisador das principais reações que envolvem o fósforo. Participa do metabolismo do nitrogênio – que é de importância vital para a soja, e faz parte da composição da tiamina (vitamina B1), da biotina e da coenzima A, essenciais para a nutrição humana e para a respiração celular.
     Quando há deficiência de S para a soja, os sintomas aparecem nas folhas novas, em forma de clorose (amarelecimento). Em estágios mais avançados, há o crescimento reduzido das plantas, devido à menor produção de proteínas e acúmulo de Nitrogênio solúvel ao invés de proteico. A deficiência também pode se expressar em menor nodulação e desenvolvimento radicular em soja.
São recomendadas análises de solo (incluindo análise de subsolo) e análise foliar para o diagnóstico da disponibilidade de S para a soja. Nesse caso, a análise química do solo tem se baseado principalmente na determinação dos teores de sulfato, e por meio de amostragens da camada superficial (0 a 20 cm) e subsuperficial (20 a 40 cm), devendo ser tomadas em pelo menos 20 subamostras.
     Em áreas tropicais, como a do nosso país, deve ser redobrada a atenção com os níveis de S no solo, pois são áreas que apresentam solos mais intemperizados, com baixos teores de S (devido à alta lixiviação do nutriente).
Em caso de determinação de deficiência do enxofre, algumas opções de manejo para correção são a adubação de superfosfato simples; sulfato de amônio; gesso natural – por meio de resíduos orgânicos, como a vinhaça; ou por tecnologias mais recentes, que utilizam o enxofre elementar.

Controle de qualidade

Publicação: 27/06/2018 às 09:34 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

     

      O Laboratório Exata trabalha com um rigoroso controle de qualidade, reconhecido e certificado por diversos meios oficiais. Participamos de ensaios de proficiência (EP), que são estudos realizados por instituições externas, que avaliam e demonstram a confiabilidade dos nossos resultados.
      Tais ensaios são um dos itens necessários para a acreditação pela norma NBR ISO/IEC 17025:2005, que dispõe sobre requisitos para a competência de laboratórios de ensaio e calibração. A norma é publicada internacionalmente pela ISO e publicada no Brasil pela ABNT. Para demonstrar competência, cada laboratório deve implantar os requisitos de tal norma e ser submetido à auditoria do acreditador.
      Desde 2012 o Exata participa do Ensaio de Proficiência para amostras para Nutrição Animal AAFCO – EUA. Participamos também do Ensaio de Proficiência para Laboratórios de Nutrição Animal – EPLNA – EMBRAPA, e temos certificado de aprovação em ambos ensaios.
      Recebemos os selos de Qualidade em análise de solo pela EMBRAPA e IAC, e selo de qualidade de análise de tecido vegetal da ESALQ-USP. São programas de alto renome, onde os coordenadores enviam amostras idênticas a todos os participantes, que realizam as análises independentes e enviam os resultados para que a coordenação faça a avaliação estatística.

     Tais reconhecimentos, unidos à satisfação de nossos clientes, são para nós motivação para continuarmos controlando diariamente a qualidade de nossos resultados, por meio de amostras de Referência Interna e Materiais de Referência Certificados (MRC), utilizando um sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) totalmente voltado para o atendimento das normas vigentes.


 

Aumento de produtividade das lavouras com a aplicação de calcário

Publicação: 22/06/2018 às 12:18 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 1

      Um estudo recente, realizado no Mato Grosso, registrou aumento na produção de grãos devido à aplicação de maior dose de calcário nas lavouras daquela região. A importância da calagem já vem sendo ressaltada por muitos pesquisadores, e a utilização de dose extra em solos mais ácidos tem gerado alta produtividade.

     Como os solos brasileiros são na maioria das vezes muito ácidos, demandam a correção com calcário para melhor desenvolvimento dos cultivos.

    Muitos estudos científicos vêm comprovando que maiores doses de calcário tem dado bom resultado, ratificando que a falta de calcário é muito mais nociva às lavouras. Nesse sentido, foi publicada recentemente uma pesquisa desenvolvida por estudantes de agronomia do campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Nos testes realizados foi ampliada em duas vezes a dose tradicionalmente aplicada nas lavouras de soja e milho, e se registrou um rendimento médio de 10 sacas a mais por ano.

     O referido estudo testou a administração de doses crescentes de calcário no solo entre 2014 a 2018, sendo que nos primeiros anos o efeito não foi tão considerável, o calcário reagiu pouco. Porém, nos anos seguintes, quanto maior a dose utilizada, maior foi a produtividade. O desenvolvimento das plantas de soja e milho foi mensurado sistematicamente, e o professor Doutor Anderson Lange comentou: “Três safras depois da aplicação de altas doses de calcário em campo, os resultados ficam evidentes: plantas de soja com mais vagens, mais ramos, redução no nível de abortamento das flores e vagens, com o chamado ‘efeito cimento’ ampliado, que significa vagens mais ‘pregadas’ à planta,e mais firmes. Nas lavouras de milho, espigas robustas e alta produtividade de grãos”.

     Para estar cada vez melhor informado sobre a correta aplicação do calcário, e, assim, otimizar sua produtividade, é fundamental que o produtor invista na análise de solo, e os resultados auxiliarão no cálculo do custo-benefício de tal aplicação.

     No site do Laboratório Exata disponibilizamos uma calculadora de calagem, muito útil para auxiliar na tomada de decisão sobre a melhor quantidade a administrar, de forma a aumentar a produtividade das culturas.

Fontes: 
https://glo.bo/2sOwMJP
https://bit.ly/2llqZHq

Laboratório Exata marca presença no VIII Congresso Brasileiro de Soja

Publicação: 19/06/2018 às 18:54 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

       A Embrapa Soja realizou na última semana (entre 11 a 14/06/2018) o VIII Congresso Brasileiro de Soja, no Centro de Convenções de Goiânia – GO.
O tema dessa edição foi “Inovação, tecnologias digitais e sustentabilidade da soja”, e destacou o quanto as ferramentas modernas podem auxiliar no aumento de produtividade das lavouras e, ao mesmo tempo, favorecer a sustentabilidade.
    O Laboratório Exata esteve presente no congresso, por meio de seu diretor comercial, o engenheiro agrônomo Nilson Brait. O evento, que contou com mais de 2 mil participantes, foi uma oportunidade de ampliar os conhecimentos sobre os avanços tecnológicos na área agrícola e interagir com grandes especialistas da área, clientes e parceiros.
    Foram abordados temas como as tendências de mercado para o Complexo Soja; armazenagem; melhoramento da soja; controle da ferrugem; uso de imagens e sensores na produção de soja; patógenos de solo; estratégias para enfrentamento da seca; soja integrada à pecuária; fazendas do futuro; entre outros, sempre girando em torno das inovações e desafios tecnológicos.
       Diversos estudiosos e profissionais da área compartilharam seus conhecimentos, como os pesquisadores Alexandre Cattelan (pesquisador da Embrapa e presidente do Congresso), Robélio Marchão (Embrapa Cerrados) e Atanu Biswas (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos); o diretor de Inovação e Tecnologia da Embrapa, Cléber Oliveira Soares; os professores Leandro Maria Gimenez e Marcos Rafael Nanni; o presidente da John Deere no Brasil, Paulo Herrmann; a pesquisadora da Basf, Karen Century; o presidente da Prosoja Brasil, Barolomeu Bráz; entre outros.
     Durante o congresso, o atual presidente da Embrapa, Celso Moretti, comentou que “O Brasil conseguiu mudar a história de sua produção agrícola de forma sustentável e hoje é capaz de alimentar até sete vezes sua população. O que o país fez nessas últimas quatro décadas não tem precedentes em lugar nenhum do mundo”.
       A cada evento científico ou tecnológico que participamos, percebemos que a produção agrícola continuará sendo impactada com várias inovações. Nossa equipe está sempre se atualizando para acompanhar todas as novidades, e, assim, utilizar a tecnologia a favor dos nossos procedimentos e para beneficiar nossos clientes.

    Alessandro (Mosaic Fertilizantes) e Nilson Brait (diretor comercial do Lab. Exata) Marcio (SGS) e Nilson Brait (diretor comercial do Lab. Exata)
Laboratório Exata marca presença no VIII Congresso Brasileiro de Soja

Normativa define Limites Máximos Tolerados (LMT) de contaminantes em alimentos infantis

Publicação: 12/03/2018 às 15:10 | Autor: Jocemar F. Garcia | Comentários: 0

O Laboratório Exata está preparado para realizar análise de alimentos infantis para identificação dos contaminantes arsênio inorgânico, cádmio total, chumbo total e estanho inorgânico. A resolução que estabelece os limites máximos toleadoras foi publicada em dezembro de 2018 e entrará em vigor até junho de 2018.

O futuro dos laboratórios agronômicos no Brasil

Publicação: 15/02/2018 às 18:14 | Autor: Jocemar F. Garcia | Comentários: 0

No dia 24 de janeiro de 2018 o Diretor dos Laboratórios Exata, Insaide e Exxato Professor Dr. Carlos Brait palestrou no IV Encontro sobre Agricultura de Precisão ABPSAP, falando sobre o futuro dos laboratórios agronômicos no Brasil.

O evento reuniu aproximadamente 150 pessoas, entre prestadores de serviço de agricultura de precisão, técnicos, consultores, professores e demais integrantes da cadeia produtiva.

Dr. Carlos Brait falou sobre perspectivas futuras para os laboratórios levando em conta a evolução destes com o passar dos anos e alertando para um cenário atual onde os laboratórios estão perdendo sua capacidade de investimento e alguns inclusive fechando devido a falta de tecnologia, acreditação e melhoria de gestão.

Um Breve resumo sobre as impurezas elementares que devem ser controlados com a USP 232 e 233.

Publicação: 31/07/2017 às 10:31 | Autor: Paulo Roberto | Comentários: 0

As impurezas elementares podem ser oriundas da adição intencional de catalizadores na síntese do insumo farmacêutico ativo (IFA) ou podem ocorrer naturalmente como as contaminantes ambientais de IFAs e excipientes utilizados na formulação medicamentosa, interações entre os equipamentos da rota de fabricação do produto acabado com a formulação e o contando entre as embalagens primarias com o produto acabado. Devido as impurezas elementares não fornecem nenhum benefício terapêutico para o paciente, seus níveis no medicamento devem ser controlados dentro de limites aceitáveis.
Para se estabelecer o controle das impurezas elementares deve-se ter conhecimento do seu potencial toxicológico instituindo para cada impureza o limite máximo permitido de exposição diária (PDE). Os elementos incluídos nessa orientação foram colocados em três classes baseados na sua toxidade e sua probabilidade de ocorrência nos medicamentos. A probabilidade de ocorrência é derivada de vários fatores, incluindo: probabilidade de uso em processos farmacêuticos, probabilidade de ser uma impureza co-isolada com outras impurezas elementares em materiais utilizados em processos farmacêuticos e a abundância natural observada e distribuição ambiental do elemento.
Classe 1: Arsênio (As), Cadmio (Cd), Mercúrio (Hg) e Chumbo (Pb), são elementos tóxicos a seres humanos, seu uso é limitado ou raro na fabricação de produtos farmacêuticos, sua presença nos produtos medicamentosos geralmente vem contaminações adjacentes dos excipientes ou rota produtiva. Devem ser incluídos na análise de risco do produto medicamentoso desvio sua alta toxicidade.
Classe 2: Os elementos desta classe são geralmente considerados como tóxicos a seres humanos. Os elementos da classe 2 são ainda divididos nas sub-classes 2A e 2B com base na sua probabilidade relativa de ocorrência no medicamento.
Classe 2A: Cobalto (Co), Níquel (Ni) e Vanádio (V), esses elementos têm uma probabilidade relativamente alta de ocorrência no medicamento e portanto, requerem avaliação de risco em todas as fontes potenciais de impurezas elementares e rotas de administração.
Classe 2B: Prata (Ag), Ouro (Au), Irídio (Ir), Ósmio (Os), Paládio (Pd), Platina (Pt), Ródio (Rh), Rutênio (Ru), Selênio (Se) e Tálio (Tl), sua probabilidade de ocorrência nos produtos medicamentosos é reduzida devido a sua baixa abundância e potencial para de interação com outros matérias, desse modo podem ser excluídos da avaliação de risco, exceto quando foram adicionados intencionalmente durante o processo de fabricação do IFA ou do produto medicamentoso.
Classe 3: Bário (Ba), Cromo (Cr), Cobre (Cu), Lítio (Li), Molibdênio (Mo), Antimônio (Sb) e Estanho (Sn), esses elementos possuem apresentam toxicidades relativamente baixas pela via oral de administração (PDEs altas, geralmente> 500 μg / dia), mas podem exigir consideração na avaliação de risco para inalação e rotas parenterais. Para rotas orais de administração, a menos que esses elementos sejam intencionalmente adicionados, não precisam ser considerados durante a avaliação de risco. Para os produtos parenterais e inalatórios, o potencial de inclusão dessas impurezas elementares deve ser avaliado durante a avaliação do risco, a menos que a PDE específica da rota seja superior a 500 μg / dia.

Paulo Roberto
Analista de PD&I na Prati Donaduzzi Medicamentos Genéricos

Fonte:  Linkedin.
https://www.linkedin.com/pulse/um-breve-resumo-sobre-impurezas-elementares-que-devem-paulo-roberto-2?trk=v-feed&lipi=urn%3Ali%3Apage%3Ad_flagship3_feed%3BAXiSkCD%2Fr6FW8hGxqfYQzg%3D%3D

 
Um Breve resumo sobre as impurezas elementares que devem ser controlados com a USP 232 e 233.

Incerteza de medição de ensaios agronômicos – Uma abordagem simplificada.

Publicação: 25/10/2016 às 09:56 | Autor: Prof. Dr. Carlos Brait | Comentários: 0

Na química analítica moderna, o conceito de incerteza de medição tem sido muito discutido na atualidade, principalmente devido a necessidade dos laboratórios de ensaio em obter acreditação na norma ISO/IEC 17025:2005 (reconhecimento internacional formal da competência do laboratório realizada pelo INMETRO para as análises do escopo).
 
Incerteza de medição de ensaios agronômicos – Uma abordagem simplificada.

A importância da otimização do sistema de produção em laboratórios agronômicos

Publicação: 29/09/2016 às 15:08 | Autor: Prof. Dr. Carlos Brait | Comentários: 0

          Investimentos em gestão da qualidade, novas tecnologias, inovação de processo e automação são fundamentais para que se possa processar um grande volume de amostras em baixo tempo e com a qualidade analítica desejável.
 
A importância da otimização do sistema de produção em laboratórios agronômicos

Calculadora de Calagem

Publicação: 21/09/2016 às 14:31 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

O Laboratório Exata disponibilizou em seu site três métodos de cálculo de calagem:
  • Método da elevação dos teores de Ca e Mg
  • Método da saturação de bases (V%)
  • Método da neutralização do Al trocável

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