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Diferenças entre Análise Química e Textural de Solo

Publicação: 17/06/2019 às 12:57 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Na análise química é avaliada a fertilidade do solo, sendo determinadas a acidez e a disponibilidade de nutrientes às plantas. Já na análise textural (ou física, ou granulométrica) são determinados os teores de areia, silte e argila e a classificação textural do solo. Na última, a separação das frações contidas se dá pelo tamanho das partículas encontradas nos agregados do solo.

A análise química é de grande valia para a prescrição de corretivos e fertilizantes, por indicar com exatidão quais nutrientes estão presentes no solo e sua quantidade, e, portanto, possibilitar que se saiba quais e quanto dos nutrientes as plantas precisarão ou não para se desenvolver. A análise textural, por sua vez, é muito importante para a melhor compreensão de certos comportamentos e características do solo, como aeração, taxa de drenagem, capacidade de armazenamento de nutrientes, entre outros.

As análises químicas demandam maior frequência de amostragem, devido à variabilidade dos teores e a dinâmica dos nutrientes no solo, enquanto a textural, uma vez determinada, raramente sofrerá mudanças, podendo ser repetida a cada 10 ou 15 anos.

O ideal é que sejam combinadas as duas formas de análise, para que o produtor conheça de fato os solos existentes em sua propriedade e possa trabalhar de forma mais detalhada o manejo de culturas, levando em consideração as características e comportamentos apresentados, e assim, garantir alta produtividade.

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Diferenças entre Análise Química e Textural de Solo

O que é agricultura 4.0?

Publicação: 22/04/2019 às 16:48 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

As soluções digitais que podem facilitar o dia a dia na fazenda: isso é Agricultura 4.0! É um conjunto de tecnologias digitais integradas e conectadas por meio de sistemas e equipamentos, que é capaz de favorecer a produção agrícola em todas as suas etapas. Ao produtor rural que não é habituado à tecnologia, pode parecer um ambiente desafiador, mas vale a pena tentar se inserir nesse meio, que pode trazer vários benefícios, tais como: 

- melhora da produtividade agrícola;

- eficiência da utilização de insumos;

- aumento da segurança dos trabalhadores;

- diminuição dos impactos ambientais;

- redução de custos.

As ferramentas utilizadas devem atender às demandas específicas de cada fazenda, o que exige conhecimento da propriedade e do negócio. Podem ser utilizados drones, veículos autônomos, biotecnologia, big data e outras inovações tecnológicas, existem até sistemas que obtêm desde informações sobre doenças em suas plantas até o contato com produtores que passaram por situações parecidas em suas propriedades.

E para auxiliar na tomada de decisões do produtor rural, fornecer laudos, para que ele tenha rápido acesso a cotações da soja e do milho, bem como a informações sobre a morfologia de nossos solos, os nutrientes necessários às plantas, para que calcule a elevação de Ca e Mg, calcule a saturação de bases e o alumínio trocável, está disponível grátis na App Store e no Google Play o aplicativo INFOSoil, do Laboratório Exata. Lá o produtor também pode solicitar análises com poucos cliques. O futuro chegou ao campo!

O que é agricultura 4.0?

Laboratório Exata prestigia a Tecnshow 2019

Publicação: 19/04/2019 às 13:07 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

A Tecnoshow vem conquistando ao longo de seus 18 anos de existência uma posição de destaque não somente no Centro-Oeste, mas em todo o país, estando entre as maiores feiras de tecnologia rural do Brasil. Em 2019 não foi diferente, o evento atraiu mais de 118 mil pessoas, e movimentou cerca de 3,4 bilhões em volume de negócios. 
Mas não é de agora que o Laboratório Exata reconhece a grandiosidade da Tecnoshow. Já faz uma década que comparecemos ao evento, que se tornou tradicional e indispensável em nossa programação anual.
Na edição deste ano montamos nosso estande em conjunto com a Perten Instruments, uma companhia da PerkinElmer especializada em instrumentos de análise para o mercado alimentício. 
Outra novidade na nossa participação na Tecnoshow foi o INFOSoil, aplicativo do Laboratório Exata, que está cheio de funcionalidades e que leva as análises ao produtor, ao alcance de um clique, gratuitamente. 
Em mais uma edição de Tecnoshow, encontramos grandes parceiros, clientes e amigos nesse evento que é um marco no calendário do agronegócio brasileiro. Além disso, nossa maior satisfação é saber que mais uma vez levamos ao produtor rural informação séria e segura sobre a importância de que ele tenha como seu aliado um bom laboratório de análises, pois o futuro chegou ao campo!

   


 
Laboratório Exata prestigia a Tecnshow 2019

IV Encontro Técnico do Laboratório Exata

Publicação: 13/12/2018 às 11:23 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

O IV Encontro Técnico do Laboratório Exata aconteceu na última sexta-feira (07) e reafirmou uma tradição que nos empenhamos muito para manter. O evento, que começou com uma visita ao Laboratório, mostrou aos nossos clientes, parceiros e aos cientistas presentes como é a rotina de análises, como são realizados os procedimentos internos e a tecnologia de ponta que é empregada.
Após a visita, as programações aconteceram no salão de eventos do Hotel Thile, onde foram compartilhados casos de sucesso dos clientes Exata, palestras e debates muito construtivos. Representando a Comigo – Rio Verde, o engenheiro agrônomo Leonardo Vinicius Ferreira contou um pouco sobre o sucesso das decisões tomadas diante das análises que receberam do Laboratório Exata, e também relataram seu sucesso os engenheiros agrônomos André Thomaz da AP Tecnologia Agrícola e Diego Sichocki da Meta Consultoria Agrícola, também clientes do Laboratório.
“Como a fertilidade pode afetar a produtividade?” e “Solos de fertilidade construída no Cerrado: diagnóstico e recomendações” foram os temas das palestras, conduzidas, respectivamente, por Silvano Abreu – PhD em Ciência do Solo e Consultor em Solos e Nutrição de Plantas – e por Vinicius de Melo Benites – Chefe de pesquisa e desenvolvimento da Embrapa Solos. O público presente (cerca de 50 pessoas) participou ativamente e levantou muitas questões sobre os temas, que são de extremo interesse dos produtores rurais.
Foram momentos de compartilhamento de experiências e estudos importantíssimos para o agronegócio, além de uma oportunidade em que todos comemoraram mais um ano de alta produtividade. Fechamos o dia com um caloroso ‘happy hour’, em que proporcionamos interatividade, boa comida e muita alegria.
Queremos agradecer a todos que compareceram, que contribuíram para realizarmos com sucesso mais um Encontro Técnico, e que nos incentivaram a continuar buscando evoluir e organizar um evento mais forte a cada ano!

  
 
  
  
  
 
 
 

 

Crescimento da olericultura no mercado nacional

Publicação: 29/10/2018 às 18:35 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

A olericultura é uma parte da horticultura, trata-se do cultivo de oleráceas e/ou hortaliças: plantas folhosas; raízes; bulbos; tubérculos e diversos frutos. É uma cultura que cresceu bastante em nosso país, e tem ganhado espaço principalmente nas unidades familiares, com o aumento da demanda por alimentos mais saudáveis.
A produção da olericultura ficou por muito tempo nos chamados “cinturões verdes”, localizados próximos às áreas urbanas, devido, principalmente, à proximidade dos centros consumidores. O aprimoramento da logística da produção e da entrega permitiu a rápida expansão dessas áreas para locais onde se praticava normalmente apenas a cultura de cereais, como as regiões mecanizáveis do cerrado.
Nos últimos anos, essa expansão proporcionou um aumento expressivo na produção brasileira de hortaliças, o que contribuiu para geração de mais empregos e para a tecnificação do sistema de produção.
São culturas com ciclos biológicos consideravelmente curtos, o que proporciona mais de um cultivo por ano, e, consequentemente, uma boa rentabilidade em pequenas áreas.
Além disso, muitas dessas lavouras atualmente representam uma alternativa de rotação de culturas como soja, milho e feijão, principalmente na região do cerrado. Podemos apontar alguns benefícios interessantes dessa diversificação, tais como: é uma forma de quebrar o ciclo reprodutivo de muitas pragas, doenças e plantas daninhas; e muitas empresas que investem nessa rotatividade têm se tornado mais competitivas.
Por outro lado, a olericultura demanda elevada atenção, desde o preparo do solo até as operações de colheita, com tratos culturais intensivos. Por isso é considerada uma atividade de risco, devido a fatores climáticos, técnicos e econômicos.
Para driblar os riscos, os produtores têm investido em tecnologias, e também se especializado em determinados nichos, como a produção e beneficiamento de olerícolas em porções prontas para o consumo; ou produção de mini-hortaliças, de frutas vermelhas e frutas como a physalis, que possuem grande valor agregado.
Crescimento da olericultura no mercado nacional

Agricultura de precisão: Etapas do manejo

Publicação: 15/10/2018 às 15:48 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

A agricultura de grãos permite alta adoção das técnicas de agricultura de precisão, por suas características de alta mecanização e da grande extensão das áreas de cultivo. As principais atividades a serem aplicadas nas etapas do manejo são as seguintes: 
- Sistema de amostragem de solo: subdivide-se a área cultivada em grides. Em cada gride realiza-se a coleta de uma amostra georreferenciada para análise química;
- Distribuição de corretivos e fertilizantes a taxa variável, que serão aplicados de acordo com a necessidade de cada área do talhão. A dose de aplicação pode ser determinada com base em mapa de variabilidade ou em sensoriamento remoto;
- Semeadura a taxa variável, de acordo com o mapa de recomendação de semeadura. As áreas com maior potencial produtivo recebem maior densidade de semeadura. As semeadoras possuem controle automático de cada linha de plantio;
- Aplicação de defensivos agrícolas a taxa variável, de acordo com o mapa de recomendação, que é inserido no controlador da máquina; ou de acordo com as informações coletadas por sensores em tempo real: 
- Elaboração do mapa de produtividade, que é realizada durante a operação de colheita, por meio de sensores de produtividade instalados nas colhedoras, no topo do elevador de grãos para depósito;
- Orientação por sinais de satélite: a direção das máquinas é orientada pelos sinais de satélite, que são indicados por uma barra de luzes que fica acoplada sobre o painel (no caso de máquina com operador), ou, no caso de máquinas com piloto automático, o deslocamento é realizado de forma exata.

 
Agricultura de precisão: Etapas do manejo

Dicas para a amostragem foliar

Publicação: 10/10/2018 às 07:39 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Algumas precauções são importantes para uma adequada coleta da amostragem foliar: 
- Colete as folhas de glebas uniformes para compor a amostra;
- Não misture folhas de diferentes variedades; espécies ou idades fisiológicas;
- Não colete folhas muito úmidas ou após chuva intensa;
- Evite colher as folhas após adubação foliar; após a pulverização com defensivos;
- Não colete folhas contaminadas; nem com danos mecânicos; pragas; insetos; doenças, ou com tecidos mortos;
- Evite coletar amostras que estejam próximas a estradas e carreadores;
- Utilize as adequadas embalagens de papel – e não sacos plásticos – para o acondicionamento da amostra das folhas;
- Identifique corretamente as amostras a serem enviadas para o laboratório, especificando os dados necessários.
Além disso, existem instruções específicas para a coleta de tecido vegetal de cada tipo de cultura a ser analisada. Confira nesse link todas as instruções para esse processo: http://www.labexata.com.br/uploads/Instrucoes-para-coleta-de-foliar.pdf

Laboratório Exata participa do ConBAP em Curtitiba

Publicação: 04/10/2018 às 13:00 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Aconteceu em Curitiba (PR), nessa terça, quarta e quinta-feira, o ConBAP – Congresso Brasileiro de Agricultura de Precisão. O evento, que ocorre bienalmente, reunindo cerca de 800 participantes, foi realizado pela primeira vez pela Associação Brasileira de Agricultura de Precisão (AsBraAP). 
Como temos falado em nossa série sobre agricultura de precisão, trata-se de um conjunto de ações que permitem um detalhamento bem mais elevado da produção agrícola, por meio de inovações tecnológicas. Nesse momento em que tanto se fala de digitalização agrícola, o ConBAP tem um expressivo impacto no segmento, sendo um momento para aprimorar os conhecimentos sobre sistematização da coleta e análise dos dados que orientam as tomadas de decisão dos produtores rurais. Por isso não poderíamos deixar de comparecer, e nos unimos em um stand com a SST Software, empresa que trabalha no desenvolvimento de sistemas de gestão para produtores rurais. 
Nesses três dias de ConBAP, tivemos a oportunidade de estreitar as relações com representantes das empresas e de participar de palestras; apresentações científicas; e várias discussões em torno do tema principal: “A construção de dados na área da digitalização agrícola”. Foi bastante debatido acerca dos rumos da agricultura de precisão no Brasil, e participaram alguns dos maiores especialistas do tema, como Antônio Mauro Saraiva; Antonio Luis Santi; Herlon Oliveira; Fábio Henrique Baio; José Paulo Molin; Julio Franchini; entre outros. 
Em um dos painéis setoriais, cujo tema era “Como inovar e avançar na gestão da variabilidade das lavouras para obter resultados positivos”, participou do debate Joel Ragagnin, produtor de grãos de Jataí, junto com outros produtores do país.  
Foi um evento muito enriquecedor, referência nesse momento em que a formação de startups está tão aquecida no agronegócio, mais uma oportunidade para unir a comunidade de especialistas; fabricantes; consultores; produtores e demais interessados no aprimoramento da agricultura.

Ariel, Amasolo BA Joel Ragagnin, Aprosoja  Professor  José Paulo Molin  Professor Antônio Santi  Professor Paulo UNISC-SC  Roney, Empresa MS Integração Nilson Brait  Júnio

Agricultura de precisão: Mapas de variabilidade

Publicação: 29/09/2018 às 11:16 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Continuando a série sobre agricultura de precisão, agora falaremos dos mapas de variabilidade ou de condição, que são essenciais para a análise de cada parte do terreno/lavoura. Alguns dos principais tipos de mapa de variabilidade são: 
- Mapas da fertilidade do solo: com a amostragem e análise química do solo, é possível gerar mapas específicos, que demonstram indicativos de sua fertilidade. Podem ser elaborados mapas com os índices de macronutrientes (como fósforo; potássio; cálcio; magnésio; enxofre); mapas de micronutrientes (como boro; cobre; zinco; manganês; molibdênio; ferro); de pH do solo; de soma ou de saturação de bases; entre outros. Esses mapas são muito importantes para observação da produtividade da lavoura, pois áreas de baixa fertilidade podem determinar baixa produtividade da lavoura (apesar de a fertilidade não ser o único fator a influenciar na produtividade);
- Mapa da topografia/elevação do terreno: representa a declividade de cada área cultivada, ou seja, a inclinação da superfície do terreno. Essas informações podem ser utilizadas para a análise de práticas de conservação do solo, como plantio em nível, por exemplo; e também para indicar o potencial produtivo de cada área de acordo com o declive do solo; com a face de exposição do talhão ao sol, entre outros fatores;
- Mapas das características físicas do solo: apresentam aspectos específicos do solo, como por exemplo textura; compactação; capacidade de retenção de água. São instrumentos ideais para auxiliar na tomada de decisão quanto a determinado sistema de manejo, como o sistema de irrigação (a textura do solo e sua retenção de água são fatores que determinam bastante a necessidade de se irrigar).
Além desses, existem outros tipos de mapas muito utilizados, sobre os quais falaremos no próximo post da série. Não perca!

Benefícios do leite de soja

Publicação: 24/09/2018 às 17:02 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

O consumo dos produtos da soja é cada vez maior, e isso pode trazer benefícios não só à economia, mas também à saúde dos consumidores, respeitado o consumo de produtos confiáveis. Um exemplo disso é o leite de soja, que pode apresentar vários benefícios ao organismo, pois tem em sua composição 40% de proteína; muitas fibras e vitaminas; cálcio; e nada de gordura saturada. Aponta-se que ele pode equilibrar os níveis de glicose e de insulina no sangue; diminuir os riscos de problemas renais; ajudar a combater o diabetes do tipo 2; melhorar a memória e crises de asma. Além disso, o leite de soja contém isoflavona, elemento que, apesar de os estudos ainda estarem pendendo de maiores confirmações, afirma-se que pode auxiliar na saúde do útero, da mama e da próstata. Pesquisas também têm afirmado que a isoflavona pode aliviar os sintomas da menopausa e da tensão pré-menstrual. E além de outras funcionalidades, para quem quer queimar gordura corporal, o leite de soja pode ser um bom aliado, devido aos peptídeos ativos contidos em sua fórmula.
*Segundo Tatiana Zanin, CRN-3 nº 15097, em: https://www.tuasaude.com/beneficios-do-leite-de-soja/

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