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Diferenças entre Análise Química e Textural de Solo

Publicação: 17/06/2019 às 12:57 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Na análise química é avaliada a fertilidade do solo, sendo determinadas a acidez e a disponibilidade de nutrientes às plantas. Já na análise textural (ou física, ou granulométrica) são determinados os teores de areia, silte e argila e a classificação textural do solo. Na última, a separação das frações contidas se dá pelo tamanho das partículas encontradas nos agregados do solo.

A análise química é de grande valia para a prescrição de corretivos e fertilizantes, por indicar com exatidão quais nutrientes estão presentes no solo e sua quantidade, e, portanto, possibilitar que se saiba quais e quanto dos nutrientes as plantas precisarão ou não para se desenvolver. A análise textural, por sua vez, é muito importante para a melhor compreensão de certos comportamentos e características do solo, como aeração, taxa de drenagem, capacidade de armazenamento de nutrientes, entre outros.

As análises químicas demandam maior frequência de amostragem, devido à variabilidade dos teores e a dinâmica dos nutrientes no solo, enquanto a textural, uma vez determinada, raramente sofrerá mudanças, podendo ser repetida a cada 10 ou 15 anos.

O ideal é que sejam combinadas as duas formas de análise, para que o produtor conheça de fato os solos existentes em sua propriedade e possa trabalhar de forma mais detalhada o manejo de culturas, levando em consideração as características e comportamentos apresentados, e assim, garantir alta produtividade.

Para análise química e textural de solo, invista com segurança, escolha Laboratório Exata!

Diferenças entre Análise Química e Textural de Solo

IV Encontro Técnico do Laboratório Exata

Publicação: 13/12/2018 às 11:23 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

O IV Encontro Técnico do Laboratório Exata aconteceu na última sexta-feira (07) e reafirmou uma tradição que nos empenhamos muito para manter. O evento, que começou com uma visita ao Laboratório, mostrou aos nossos clientes, parceiros e aos cientistas presentes como é a rotina de análises, como são realizados os procedimentos internos e a tecnologia de ponta que é empregada.
Após a visita, as programações aconteceram no salão de eventos do Hotel Thile, onde foram compartilhados casos de sucesso dos clientes Exata, palestras e debates muito construtivos. Representando a Comigo – Rio Verde, o engenheiro agrônomo Leonardo Vinicius Ferreira contou um pouco sobre o sucesso das decisões tomadas diante das análises que receberam do Laboratório Exata, e também relataram seu sucesso os engenheiros agrônomos André Thomaz da AP Tecnologia Agrícola e Diego Sichocki da Meta Consultoria Agrícola, também clientes do Laboratório.
“Como a fertilidade pode afetar a produtividade?” e “Solos de fertilidade construída no Cerrado: diagnóstico e recomendações” foram os temas das palestras, conduzidas, respectivamente, por Silvano Abreu – PhD em Ciência do Solo e Consultor em Solos e Nutrição de Plantas – e por Vinicius de Melo Benites – Chefe de pesquisa e desenvolvimento da Embrapa Solos. O público presente (cerca de 50 pessoas) participou ativamente e levantou muitas questões sobre os temas, que são de extremo interesse dos produtores rurais.
Foram momentos de compartilhamento de experiências e estudos importantíssimos para o agronegócio, além de uma oportunidade em que todos comemoraram mais um ano de alta produtividade. Fechamos o dia com um caloroso ‘happy hour’, em que proporcionamos interatividade, boa comida e muita alegria.
Queremos agradecer a todos que compareceram, que contribuíram para realizarmos com sucesso mais um Encontro Técnico, e que nos incentivaram a continuar buscando evoluir e organizar um evento mais forte a cada ano!

  
 
  
  
  
 
 
 

 

Gestores do Laboratório Exata comparecem ao XXI Congresso Mundial de Ciência do Solo (WCSS)

Publicação: 20/08/2018 às 11:17 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Aconteceu durante a última semana o XXI Congresso Mundial de Ciência do Solo (WCSS), no Rio de Janeiro. Foi a primeira vez que o Brasil sediou o congresso, uma grande oportunidade de protagonizar esse evento que é considerado o maior e mais importante em ciência do solo.

Foi um importante momento para interação na área da agronomia e ciências afins, e o Laboratório Exata confirmou presença através de seus gestores Nilson Brait e Marny Brait, que encontraram os professores Milton Moraes e Alfredo Scheid Lopes, e o pesquisador da EMBRAPA CPAC Robélio Marchão, entre outros renomados profissionais.

Tendo como tema principal a problemática “Ciência do Solo: além do alimento e do combustível”, no congresso foram levantadas diversas questões cruciais para que as práticas agrícolas possam acomodar as próximas mudanças ambientais e climáticas e a segurança alimentar; tais como: “como alimentar um planeta faminto? Como abastecer um planeta sem energia? Como saciar um planeta sedento? Como limpar um planeta poluído? Como alcançar um equilíbrio entre a proteção da biodiversidade e o manejo sustentável da terra para a produção agrícola?” Entre muitas outras questões relacionadas às principais funções do solo.

Grandes nomes da ciência do solo comandaram as conferências: Rattan Lal; Pedro A. Sanchez; Diana H. Wall; Fusuo Zhang; Lúcia Anjos; Maurício Lopes; Thelma Krug e Pablo Tittonell. Além da programação científica, o evento contou com o Concurso de Julgamento do Solo; exposição de arte; ExpoSolos; exibição de filmes tematicamente relevantes para a comunidade científica de solo; e condecorações. Uma das mais amplas programações já vistas nas edições desse congresso mundial!

Confira as fotos: https://www.facebook.com/pg/labexata/photos/?tab=album&album_id=2045612582170232

Importância da análise do pH do solo

Publicação: 13/08/2018 às 12:53 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 1

O pH do solo é sua medida de acidez e alcalinidade. Os níveis de pH variam de 0 a 14, sendo 7 neutro; abaixo de 7, ácido; e acima, alcalino. Quanto aos solos brasileiros, é ideal que sejam levemente ácidos, com faixa de pH em água entre 5,5 a 6,0 ou pH entre 4,9 a 5,4 em CaCl₂ 0,01 M. Essa é uma regra geral, ressaltando-se que várias plantas têm se adaptado para valores fora dessa faixa, sendo necessário analisar cada caso.

O principal problema do pH com valores menores que esses é o surgimento de Al3+ (alumínio na forma trocável), que causa toxidez às plantas, ocupa as cargas das argilas, impede que os cátions essenciais (como cálcio – Ca; magnésio – Mg; potássio - K) permaneçam no sistema. Quando o pH está entre as faixas citadas acima, todo o Al3+ do sistema é neutralizado, trazendo diversos benefícios às plantas, como a maior disponibilidade de Ca, Mg e K.

A análise de solo indica, entre outros índices, o valor do pH, e, portanto, é essencial para a prática da calagem, que pode corrigir a acidez do solo. Essa redução de acidez promove o aumento da disponibilidade de fósforo e molibdênio, diminuindo a disponibilidade de micronutrientes metálicos, como manganês, ferro, zinco e cobre. Em síntese, os níveis de pH controlam vários processos químicos que acontecem no solo, especificamente a disponibilidade de nutrientes para a planta. Por isso é vital manter níveis adequados para que as plantas atinjam todo o seu potencial.

Você conhece a curiosa história do micro-ondas?

Publicação: 06/08/2018 às 16:31 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Os fornos de micro-ondas têm diversas funções. Além de estarem presentes na grande maioria das casas, eles também estão nos laboratórios, auxiliando nos processos e reações químicas. Mas para chegar às nossas mãos, os fornos passaram por uma história curiosa. Os aparelhos de micro-ondas foram criados durante a Segunda Guerra Mundial, e funcionavam como radares, para detectar aeronaves inimigas. Eles geravam radiações na forma de micro-ondas eletromagnéticas, que, ao entrar em contato com as aeronaves, emitiam um eco que indicava exatamente a aproximação, localização, objeto, direção, e outros detalhes sobre tais aeronaves.

Foi somente em 1945 que a empresa Raytheon patenteou o processo de cozinhar por micro-ondas, e construiu um forno que tinha 1,7m de altura e pesava 340 Kg. A ideia foi do inventor Percy Spencer. Diz-se que um dia, ao passar por um aparelho de radar ativo, uma barra de chocolate que ele carregava no bolso começou a derreter, e então ele percebeu que poderia utilizar o processo para aquecer alimentos.

De lá até aqui os aparelhos de micro-ondas foram utilizados para diversas funções, inclusive laboratoriais. O Exata está entre os poucos laboratórios agronômicos do Brasil que utilizam a técnica de digestão por micro-ondas em suas análises foliares e na determinação de elementos potencialmente tóxicos. Esse sistema permite maior rapidez, nenhuma perda durante o processo de digestão e menor possibilidade de contaminação da amostra, pois a digestão ocorre em sistema fechado a altas pressões. É a mais alta tecnologia analítica, disponível para os clientes Exata!

Por que cresce o uso de aminoácidos na agricultura?

Publicação: 01/08/2018 às 11:58 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 2

A utilização de aminoácidos tem crescido acentuadamente na agricultura brasileira, por apresentar inúmeros benefícios às plantas e contribuir para o aumento de produtividade e qualidade dos produtos.
Os aminoácidos formam as proteínas, enzimas e hormônios que são essenciais aos seres vivos. Eles desempenham diversas funções, e todo o desenvolvimento das plantas depende da presença dos mesmos. As proteínas das plantas são compostas a partir de um grande número de aminoácidos, e sintetizá-los requer bastante energia da planta, ainda mais se somado aos estresses – como falta de água; calor; transplante.
Quando os aminoácidos são livremente fornecidos, a planta os absorve diretamente e faz uso imediato deles. A importância disso é que nas diversas fases de vida da planta ela pode ficar livre do trabalho de sintetizar aminoácidos, e pode amadurecer, florescer e frutificar melhor.
Além disso, pode-se citar que os aminoácidos trazem diversos benefícios às plantas, como tornar a fotossíntese mais eficiente; atrasar o envelhecimento das folhas, prolongando o ciclo produtivo; aumentar a absorção e translocação de nutrientes; proporcionar um sistema radicular mais desenvolvido; auxiliar para que a planta se recupere mais rapidamente diante de situações de estresse; entre diversos outros.
Devido a todos esses fatores, a aplicação de outros insumos associada ao uso de aminoácidos pode representar aumentos consideráveis da produtividade e saúde das plantas.

Enxofre: elemento fundamental para a soja

Publicação: 09/07/2018 às 14:28 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

     O enxofre (S) é um dos nutrientes mais importantes para o desenvolvimento da soja. Foram observados altos rendimentos da planta com suprimento de S via adubo: a Embrapa Soja conduziu experimentos que revelaram aumentos da ordem de 100 a 500 kg/ha em resposta à aplicação no solo de quantidades entre 25 a 75 kg/ha de S. Tal aplicação deve ser analisada em cada caso, pois diversas condições influenciam no processo, como temperatura; umidade do solo; pH; textura e matéria orgânica do solo; dose do fertilizante aplicado.
     A principal função do enxofre é estrutural, pois compõe quatro aminoácidos: cistina; metionina; cisteína e taurina (os dois primeiros são essenciais ao metabolismo humano e só são produzidos pelas plantas superiores). Nas transformações bioquímicas da soja, o S é um elemento catalisador das principais reações que envolvem o fósforo. Participa do metabolismo do nitrogênio – que é de importância vital para a soja, e faz parte da composição da tiamina (vitamina B1), da biotina e da coenzima A, essenciais para a nutrição humana e para a respiração celular.
     Quando há deficiência de S para a soja, os sintomas aparecem nas folhas novas, em forma de clorose (amarelecimento). Em estágios mais avançados, há o crescimento reduzido das plantas, devido à menor produção de proteínas e acúmulo de Nitrogênio solúvel ao invés de proteico. A deficiência também pode se expressar em menor nodulação e desenvolvimento radicular em soja.
São recomendadas análises de solo (incluindo análise de subsolo) e análise foliar para o diagnóstico da disponibilidade de S para a soja. Nesse caso, a análise química do solo tem se baseado principalmente na determinação dos teores de sulfato, e por meio de amostragens da camada superficial (0 a 20 cm) e subsuperficial (20 a 40 cm), devendo ser tomadas em pelo menos 20 subamostras.
     Em áreas tropicais, como a do nosso país, deve ser redobrada a atenção com os níveis de S no solo, pois são áreas que apresentam solos mais intemperizados, com baixos teores de S (devido à alta lixiviação do nutriente).
Em caso de determinação de deficiência do enxofre, algumas opções de manejo para correção são a adubação de superfosfato simples; sulfato de amônio; gesso natural – por meio de resíduos orgânicos, como a vinhaça; ou por tecnologias mais recentes, que utilizam o enxofre elementar.

Aumento de produtividade das lavouras com a aplicação de calcário

Publicação: 22/06/2018 às 12:18 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 1

      Um estudo recente, realizado no Mato Grosso, registrou aumento na produção de grãos devido à aplicação de maior dose de calcário nas lavouras daquela região. A importância da calagem já vem sendo ressaltada por muitos pesquisadores, e a utilização de dose extra em solos mais ácidos tem gerado alta produtividade.

     Como os solos brasileiros são na maioria das vezes muito ácidos, demandam a correção com calcário para melhor desenvolvimento dos cultivos.

    Muitos estudos científicos vêm comprovando que maiores doses de calcário tem dado bom resultado, ratificando que a falta de calcário é muito mais nociva às lavouras. Nesse sentido, foi publicada recentemente uma pesquisa desenvolvida por estudantes de agronomia do campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Nos testes realizados foi ampliada em duas vezes a dose tradicionalmente aplicada nas lavouras de soja e milho, e se registrou um rendimento médio de 10 sacas a mais por ano.

     O referido estudo testou a administração de doses crescentes de calcário no solo entre 2014 a 2018, sendo que nos primeiros anos o efeito não foi tão considerável, o calcário reagiu pouco. Porém, nos anos seguintes, quanto maior a dose utilizada, maior foi a produtividade. O desenvolvimento das plantas de soja e milho foi mensurado sistematicamente, e o professor Doutor Anderson Lange comentou: “Três safras depois da aplicação de altas doses de calcário em campo, os resultados ficam evidentes: plantas de soja com mais vagens, mais ramos, redução no nível de abortamento das flores e vagens, com o chamado ‘efeito cimento’ ampliado, que significa vagens mais ‘pregadas’ à planta,e mais firmes. Nas lavouras de milho, espigas robustas e alta produtividade de grãos”.

     Para estar cada vez melhor informado sobre a correta aplicação do calcário, e, assim, otimizar sua produtividade, é fundamental que o produtor invista na análise de solo, e os resultados auxiliarão no cálculo do custo-benefício de tal aplicação.

     No site do Laboratório Exata disponibilizamos uma calculadora de calagem, muito útil para auxiliar na tomada de decisão sobre a melhor quantidade a administrar, de forma a aumentar a produtividade das culturas.

Fontes: 
https://glo.bo/2sOwMJP
https://bit.ly/2llqZHq

Laboratório Exata marca presença no VIII Congresso Brasileiro de Soja

Publicação: 19/06/2018 às 18:54 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

       A Embrapa Soja realizou na última semana (entre 11 a 14/06/2018) o VIII Congresso Brasileiro de Soja, no Centro de Convenções de Goiânia – GO.
O tema dessa edição foi “Inovação, tecnologias digitais e sustentabilidade da soja”, e destacou o quanto as ferramentas modernas podem auxiliar no aumento de produtividade das lavouras e, ao mesmo tempo, favorecer a sustentabilidade.
    O Laboratório Exata esteve presente no congresso, por meio de seu diretor comercial, o engenheiro agrônomo Nilson Brait. O evento, que contou com mais de 2 mil participantes, foi uma oportunidade de ampliar os conhecimentos sobre os avanços tecnológicos na área agrícola e interagir com grandes especialistas da área, clientes e parceiros.
    Foram abordados temas como as tendências de mercado para o Complexo Soja; armazenagem; melhoramento da soja; controle da ferrugem; uso de imagens e sensores na produção de soja; patógenos de solo; estratégias para enfrentamento da seca; soja integrada à pecuária; fazendas do futuro; entre outros, sempre girando em torno das inovações e desafios tecnológicos.
       Diversos estudiosos e profissionais da área compartilharam seus conhecimentos, como os pesquisadores Alexandre Cattelan (pesquisador da Embrapa e presidente do Congresso), Robélio Marchão (Embrapa Cerrados) e Atanu Biswas (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos); o diretor de Inovação e Tecnologia da Embrapa, Cléber Oliveira Soares; os professores Leandro Maria Gimenez e Marcos Rafael Nanni; o presidente da John Deere no Brasil, Paulo Herrmann; a pesquisadora da Basf, Karen Century; o presidente da Prosoja Brasil, Barolomeu Bráz; entre outros.
     Durante o congresso, o atual presidente da Embrapa, Celso Moretti, comentou que “O Brasil conseguiu mudar a história de sua produção agrícola de forma sustentável e hoje é capaz de alimentar até sete vezes sua população. O que o país fez nessas últimas quatro décadas não tem precedentes em lugar nenhum do mundo”.
       A cada evento científico ou tecnológico que participamos, percebemos que a produção agrícola continuará sendo impactada com várias inovações. Nossa equipe está sempre se atualizando para acompanhar todas as novidades, e, assim, utilizar a tecnologia a favor dos nossos procedimentos e para beneficiar nossos clientes.

    Alessandro (Mosaic Fertilizantes) e Nilson Brait (diretor comercial do Lab. Exata) Marcio (SGS) e Nilson Brait (diretor comercial do Lab. Exata)
Laboratório Exata marca presença no VIII Congresso Brasileiro de Soja

Calculadora de Calagem

Publicação: 21/09/2016 às 14:31 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

O Laboratório Exata disponibilizou em seu site três métodos de cálculo de calagem:
  • Método da elevação dos teores de Ca e Mg
  • Método da saturação de bases (V%)
  • Método da neutralização do Al trocável

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