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Análise de solo: você está fazendo isso corretamente?

Publicação: 18/02/2020 às 16:13 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

A agricultura está avançando a passos largos. Isso é um bom sinal. Ótimo, diga-se de passagem. Muitas técnicas são introduzidas diariamente e várias delas unem de forma produtiva o campo e a tecnologia.
Estamos na época perfeita para investimentos em resultados eficazes e de baixo custo. Sabe o que é ideal? Uma análise de solo completíssima.
Nesse texto, vamos te introduzir e conduzir a uma amostragem perfeita e resultados de sucesso.
Como realizar corretamente?
Você nos pergunta e nós te respondemos! De maneira geral, uma amostragem de solo inicia-se com os seguintes passos:
  1. Primeiramente deve-se separar a área a ser analisada em glebas (talhões) levando em consideração:
  2. Tipo de solo: cor, textura e profundidade de perfil (0-20 cm, 20-40cm, respectivamente);
  3. Topografia: mudanças de declividade (topo, encosta, baixada);
  4. Vegetação: tipos diferentes de cobertura vegetal;
  5. Diferenças de adubação: histórico e utilização da área, referente ao uso de corretivos e fertilizantes;
  6. Grau de drenagem: separar as áreas que sofrem alagamentos.
Lembramos que o ideal é que as glebas a serem amostradas não excedam 10 hectares. Fique ligado, pois no caso de amostras utilizadas para financiamento, deve-se consultar a exigência do banco financiador quanto à quantidade de amostras para representar a área escolhida.
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Análise de solo: você está fazendo isso corretamente?

5 vantagens em escolher o espaçamento reduzido na sua plantação de milho

Publicação: 03/02/2020 às 14:15 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 1

Na cultura do milho, existem diversas boas opções que aumentam de forma considerável sua produtividade. Esse é o caso da escolha da densidade de plantio e do espaçamento.
 
No texto de hoje, vamos falar um pouco mais sobre o espaçamento de plantio que traz resultados imbatíveis para sua lavoura de milho. Vamos lá?

Espaçamento Reduzido
 
O Espaçamento é uma técnica de plantio que utiliza lacunas de tamanhos iguais, entre as plantas, que trazem diversas vantagens para a plantação. Tradicionalmente, o método era utilizado como 80 cm a 90 cm entre linhas.
 
Hoje em dia, com a evolução dos estudos, pode-se notar a utilização do espaçamento reduzido. Ou seja, algo entre 45 cm a 50 cm entre linhas.
Vamos falar sobre vantagens!
Claro! Então, vamos te explicar de maneira breve algumas vantagens, impossíveis de ignorar, que esse tipo de técnica traz para sua produtividade do seu plantio do milho. São elas:
  1. Cobertura rápida do solo
  2. Melhor aproveitamento da radiação solar
  3. Redução da utilização de herbicidas (menor ocorrência de plantas daninhas)
  4. Redução de custos
  5. Mesmo espaçamento da soja
 
Antes de tudo: planejamento
 
Porém, antes de decidir qual espaçamento utilizar. É preciso uma análise assertiva das condições de solo da propriedade.
 
Para isso, conte com nossa análise de solo!
 
Melhore a qualidade do seu solo, evite desperdícios desnecessários e aumente consideravelmente sua produtividade. Através dela, é possível obter informações preciosas sobre o estado nutricional e o grau de fertilidade do seu solo.

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5 vantagens em escolher o espaçamento reduzido na sua plantação de milho

3 problemas acarretados pela nutrição excessiva

Publicação: 22/01/2020 às 14:53 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0



Como já sabemos, a adubação é um
a parte muito importante do cultivo. Mas, existe um limite para que esse uso não seja excessivo e acarrete em problemas para a sua lavoura e para o seu bolso, e até traga prejuízos ao solo e ao meio ambiente.
 
A questão é bem séria, pois algumas delas podem até mesmo comprometer as safras seguintes e até todo seu solo de cultivo.

Para evitar isso, nada melhor que conhecer mais a fundo alguns problemas. Veja quais:

1 - A
ntagonismo
 
O chamado antagonismo é um efeito ocasionado pelo excesso de nutriente do solo. Ao exceder esse limite, acontece uma redução considerável de absorção de outros pela planta.
 
Além disso, podemos notar a chamada Inibição Competitiva. Ela é considerada quando os nutrientes competem pela maior absorção e aquele em excesso pode bloquear a absorção dos outros.
 
Esse efeito é claramente visto através da relação de equilíbrio do potássio (K), cálcio (Ca) e magnésio (Mg). Esses teores precisam estar em harmonia para sua total absorção e resultados na lavoura.
 
2 - Doenças
 
Sim! Uma planta com nutrientes desbalanceados, fica vulnerável à possíveis diversas doenças oportunistas. Essa condição de desequilíbrio atinge diretamente o potássio (K), cálcio (Ca) e magnésio (Mg).
 
Um exemplo claro é do potássio, sua deficiência promove o aumento de aminoácidos e açúcares solúveis na folha. Sabe o que isso acarreta? Na germinação de esporos e crescimento dos fungos.

3 - Salinidade


Se você observar bem, no rótulo do seu fertilizante é possível ver que ele em si já possui um nível de salinidade de uso ideal. Neste caso, seu excesso gera um aumento considerável na salinidade do ambiente e traz um efeito de estresse a planta.
 
Então, podemos observar dois efeitos bem negativos: estresse osmótico (faz com que a planta sinta necessidade constante de água) e o estresse iônico (toxidez).


Resultados e exatidão na escolha
Viu como é importante esse acompanhamento de perto do que é usado na sua lavoura?
 
Sabia que essa prática de controle pode diminuir custos desnecessários consideravelmente?
 
Mas, você nos pergunta: “como?”. Te diremos agora! Através da análise de fertilizantes e corretivos. Esse é um método muito eficaz, pois te assegura sobre a procedência e efetividade do adubo utilizado em sua lavoura.


Para que perder tempo e dinheiro? Para se certificar que esses níveis estejam corretos, solicite a sua análise com a gente.

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3 problemas acarretados pela nutrição excessiva

5ª Encontro Técnico do Laboratório Exata

Publicação: 10/12/2019 às 13:50 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Nesta última sexta-feira (06/12), aconteceu a quinta edição do nosso encontro técnico. O evento anual, reúne parceiros e clientes para um momento de troca de experiências.

Tradicionalmente, o dia se inicia com uma visita técnica às estruturas do laboratório. Dessa forma, os participantes conhecem de perto todo o processo das análises e podem conferir de perto os equipamentos inovadores que dispomos em nosso portfólio.

Nesta edição, as palestras aconteceram no Hotel Thermas Bonsucesso, com a presença de cerca de 70 convidados. A programação se iniciou com a apresentação de três cases de sucessos de clientes Exata, sendo eles: Jair Leão Jr (Engenheiro Agrônomo), que falou sobre os “Desafios do Agronegócio”. Também tivemos a presença do Fabrício Souza, representante da Foco Assessoria Agrícola que discorreu sobre “A Importância da Qualidade na Amostragem de Solo”. Por fim, Jeander (representante da RTV Prime Agro) comentou sobre a “Marcha de absorção de nutrientes no milho 2° Safra”.

Logo em seguida, Adelino Carvalho lançou aos participantes a nova versão do app “InfoSoil”. Agora a nova tecnologia, possui mais funcionalidades e irá ajudar os usuários na gestão de fertilidade da lavoura.

As comodidades são inúmeras. Além de visualizar o laudo no celular, o produtor receberá também as recomendações de como deverá trata-la.

O ponto alto da programação foi a palestra sobre “Análise de tecido e seu uso para diagnóstico nutricional”, com o Engenheiro Agrônomo Diretor da FW Assessoria E Consultoria, Fernando D. Warpechowski. Uma oportunidade excelente para que os participantes aprofundassem sobre o assunto e tirassem dúvidas, já que a palestra finalizou com um breve debate.

O Encontro Técnico que se iniciou há cinco anos, vem crescendo vertiginosamente a cada ano e tem sido um diferencial do Laboratório Exata, de acordo com os participantes.

         
5ª Encontro Técnico do Laboratório Exata

Diferenças entre Análise Química e Textural de Solo

Publicação: 17/06/2019 às 12:57 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Na análise química é avaliada a fertilidade do solo, sendo determinadas a acidez e a disponibilidade de nutrientes às plantas. Já na análise textural (ou física, ou granulométrica) são determinados os teores de areia, silte e argila e a classificação textural do solo. Na última, a separação das frações contidas se dá pelo tamanho das partículas encontradas nos agregados do solo.

A análise química é de grande valia para a prescrição de corretivos e fertilizantes, por indicar com exatidão quais nutrientes estão presentes no solo e sua quantidade, e, portanto, possibilitar que se saiba quais e quanto dos nutrientes as plantas precisarão ou não para se desenvolver. A análise textural, por sua vez, é muito importante para a melhor compreensão de certos comportamentos e características do solo, como aeração, taxa de drenagem, capacidade de armazenamento de nutrientes, entre outros.

As análises químicas demandam maior frequência de amostragem, devido à variabilidade dos teores e a dinâmica dos nutrientes no solo, enquanto a textural, uma vez determinada, raramente sofrerá mudanças, podendo ser repetida a cada 10 ou 15 anos.

O ideal é que sejam combinadas as duas formas de análise, para que o produtor conheça de fato os solos existentes em sua propriedade e possa trabalhar de forma mais detalhada o manejo de culturas, levando em consideração as características e comportamentos apresentados, e assim, garantir alta produtividade.

Para análise química e textural de solo, invista com segurança, escolha Laboratório Exata!

Diferenças entre Análise Química e Textural de Solo

IV Encontro Técnico do Laboratório Exata

Publicação: 13/12/2018 às 11:23 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

O IV Encontro Técnico do Laboratório Exata aconteceu na última sexta-feira (07) e reafirmou uma tradição que nos empenhamos muito para manter. O evento, que começou com uma visita ao Laboratório, mostrou aos nossos clientes, parceiros e aos cientistas presentes como é a rotina de análises, como são realizados os procedimentos internos e a tecnologia de ponta que é empregada.
Após a visita, as programações aconteceram no salão de eventos do Hotel Thile, onde foram compartilhados casos de sucesso dos clientes Exata, palestras e debates muito construtivos. Representando a Comigo – Rio Verde, o engenheiro agrônomo Leonardo Vinicius Ferreira contou um pouco sobre o sucesso das decisões tomadas diante das análises que receberam do Laboratório Exata, e também relataram seu sucesso os engenheiros agrônomos André Thomaz da AP Tecnologia Agrícola e Diego Sichocki da Meta Consultoria Agrícola, também clientes do Laboratório.
“Como a fertilidade pode afetar a produtividade?” e “Solos de fertilidade construída no Cerrado: diagnóstico e recomendações” foram os temas das palestras, conduzidas, respectivamente, por Silvano Abreu – PhD em Ciência do Solo e Consultor em Solos e Nutrição de Plantas – e por Vinicius de Melo Benites – Chefe de pesquisa e desenvolvimento da Embrapa Solos. O público presente (cerca de 50 pessoas) participou ativamente e levantou muitas questões sobre os temas, que são de extremo interesse dos produtores rurais.
Foram momentos de compartilhamento de experiências e estudos importantíssimos para o agronegócio, além de uma oportunidade em que todos comemoraram mais um ano de alta produtividade. Fechamos o dia com um caloroso ‘happy hour’, em que proporcionamos interatividade, boa comida e muita alegria.
Queremos agradecer a todos que compareceram, que contribuíram para realizarmos com sucesso mais um Encontro Técnico, e que nos incentivaram a continuar buscando evoluir e organizar um evento mais forte a cada ano!

  
 
  
  
  
 
 
 

 

Gestores do Laboratório Exata comparecem ao XXI Congresso Mundial de Ciência do Solo (WCSS)

Publicação: 20/08/2018 às 11:17 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Aconteceu durante a última semana o XXI Congresso Mundial de Ciência do Solo (WCSS), no Rio de Janeiro. Foi a primeira vez que o Brasil sediou o congresso, uma grande oportunidade de protagonizar esse evento que é considerado o maior e mais importante em ciência do solo.

Foi um importante momento para interação na área da agronomia e ciências afins, e o Laboratório Exata confirmou presença através de seus gestores Nilson Brait e Marny Brait, que encontraram os professores Milton Moraes e Alfredo Scheid Lopes, e o pesquisador da EMBRAPA CPAC Robélio Marchão, entre outros renomados profissionais.

Tendo como tema principal a problemática “Ciência do Solo: além do alimento e do combustível”, no congresso foram levantadas diversas questões cruciais para que as práticas agrícolas possam acomodar as próximas mudanças ambientais e climáticas e a segurança alimentar; tais como: “como alimentar um planeta faminto? Como abastecer um planeta sem energia? Como saciar um planeta sedento? Como limpar um planeta poluído? Como alcançar um equilíbrio entre a proteção da biodiversidade e o manejo sustentável da terra para a produção agrícola?” Entre muitas outras questões relacionadas às principais funções do solo.

Grandes nomes da ciência do solo comandaram as conferências: Rattan Lal; Pedro A. Sanchez; Diana H. Wall; Fusuo Zhang; Lúcia Anjos; Maurício Lopes; Thelma Krug e Pablo Tittonell. Além da programação científica, o evento contou com o Concurso de Julgamento do Solo; exposição de arte; ExpoSolos; exibição de filmes tematicamente relevantes para a comunidade científica de solo; e condecorações. Uma das mais amplas programações já vistas nas edições desse congresso mundial!

Confira as fotos: https://www.facebook.com/pg/labexata/photos/?tab=album&album_id=2045612582170232

Importância da análise do pH do solo

Publicação: 13/08/2018 às 12:53 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 3

O pH do solo é sua medida de acidez e alcalinidade. Os níveis de pH variam de 0 a 14, sendo 7 neutro; abaixo de 7, ácido; e acima, alcalino. Quanto aos solos brasileiros, é ideal que sejam levemente ácidos, com faixa de pH em água entre 5,5 a 6,0 ou pH entre 4,9 a 5,4 em CaCl₂ 0,01 M. Essa é uma regra geral, ressaltando-se que várias plantas têm se adaptado para valores fora dessa faixa, sendo necessário analisar cada caso.

O principal problema do pH com valores menores que esses é o surgimento de Al3+ (alumínio na forma trocável), que causa toxidez às plantas, ocupa as cargas das argilas, impede que os cátions essenciais (como cálcio – Ca; magnésio – Mg; potássio - K) permaneçam no sistema. Quando o pH está entre as faixas citadas acima, todo o Al3+ do sistema é neutralizado, trazendo diversos benefícios às plantas, como a maior disponibilidade de Ca, Mg e K.

A análise de solo indica, entre outros índices, o valor do pH, e, portanto, é essencial para a prática da calagem, que pode corrigir a acidez do solo. Essa redução de acidez promove o aumento da disponibilidade de fósforo e molibdênio, diminuindo a disponibilidade de micronutrientes metálicos, como manganês, ferro, zinco e cobre. Em síntese, os níveis de pH controlam vários processos químicos que acontecem no solo, especificamente a disponibilidade de nutrientes para a planta. Por isso é vital manter níveis adequados para que as plantas atinjam todo o seu potencial.

Você conhece a curiosa história do micro-ondas?

Publicação: 06/08/2018 às 16:31 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Os fornos de micro-ondas têm diversas funções. Além de estarem presentes na grande maioria das casas, eles também estão nos laboratórios, auxiliando nos processos e reações químicas. Mas para chegar às nossas mãos, os fornos passaram por uma história curiosa. Os aparelhos de micro-ondas foram criados durante a Segunda Guerra Mundial, e funcionavam como radares, para detectar aeronaves inimigas. Eles geravam radiações na forma de micro-ondas eletromagnéticas, que, ao entrar em contato com as aeronaves, emitiam um eco que indicava exatamente a aproximação, localização, objeto, direção, e outros detalhes sobre tais aeronaves.

Foi somente em 1945 que a empresa Raytheon patenteou o processo de cozinhar por micro-ondas, e construiu um forno que tinha 1,7m de altura e pesava 340 Kg. A ideia foi do inventor Percy Spencer. Diz-se que um dia, ao passar por um aparelho de radar ativo, uma barra de chocolate que ele carregava no bolso começou a derreter, e então ele percebeu que poderia utilizar o processo para aquecer alimentos.

De lá até aqui os aparelhos de micro-ondas foram utilizados para diversas funções, inclusive laboratoriais. O Exata está entre os poucos laboratórios agronômicos do Brasil que utilizam a técnica de digestão por micro-ondas em suas análises foliares e na determinação de elementos potencialmente tóxicos. Esse sistema permite maior rapidez, nenhuma perda durante o processo de digestão e menor possibilidade de contaminação da amostra, pois a digestão ocorre em sistema fechado a altas pressões. É a mais alta tecnologia analítica, disponível para os clientes Exata!

Por que cresce o uso de aminoácidos na agricultura?

Publicação: 01/08/2018 às 11:58 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 2

A utilização de aminoácidos tem crescido acentuadamente na agricultura brasileira, por apresentar inúmeros benefícios às plantas e contribuir para o aumento de produtividade e qualidade dos produtos.
Os aminoácidos formam as proteínas, enzimas e hormônios que são essenciais aos seres vivos. Eles desempenham diversas funções, e todo o desenvolvimento das plantas depende da presença dos mesmos. As proteínas das plantas são compostas a partir de um grande número de aminoácidos, e sintetizá-los requer bastante energia da planta, ainda mais se somado aos estresses – como falta de água; calor; transplante.
Quando os aminoácidos são livremente fornecidos, a planta os absorve diretamente e faz uso imediato deles. A importância disso é que nas diversas fases de vida da planta ela pode ficar livre do trabalho de sintetizar aminoácidos, e pode amadurecer, florescer e frutificar melhor.
Além disso, pode-se citar que os aminoácidos trazem diversos benefícios às plantas, como tornar a fotossíntese mais eficiente; atrasar o envelhecimento das folhas, prolongando o ciclo produtivo; aumentar a absorção e translocação de nutrientes; proporcionar um sistema radicular mais desenvolvido; auxiliar para que a planta se recupere mais rapidamente diante de situações de estresse; entre diversos outros.
Devido a todos esses fatores, a aplicação de outros insumos associada ao uso de aminoácidos pode representar aumentos consideráveis da produtividade e saúde das plantas.

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