Laboratório Exata

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Controle de Qualidade

Saiba mais sobre a incrível técnica ICP-MS

Publicação: 15/08/2018 às 16:22 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Uma das técnicas analíticas mais sensíveis, que possibilita a determinação elementar de mais de 70 elementos químicos em níveis que podem variar de partes por bilhão (ppb) a partes por trilhão (ppt) é a Espectrometria de Massa com Plasma Acoplado Indutivamente (ICP-MS). Essa técnica vem sendo muito utilizada para análises de amostras ambientais, como de solos; plantas; e águas; para a determinação de elementos potencialmente tóxicos, como Arsênio; Cádmio; Chumbo; e Mercúrio; para a determinação de mais de 24 elementos, dentre eles impurezas elementares, visando o controle de qualidade de medicamentos através das novas normas da United States Pharmacopeia (USP <232> e <233>); contaminantes inorgânicos em alimentos infantis (RDC 193 ANVISA 12/12/2017); além de exames ocupacionais para avaliação da saúde dos trabalhadores.
O Laboratório Exata conta com dois equipamentos de ICP-MS e três equipamentos de ICP-OES, além de uma equipe de especialistas pronta para desenvolver a melhor solução analítica para seus clientes. Somos especialistas na aplicação e desenvolvimento de métodos em diversos tipos de amostras para posterior determinação multielementar. Consulte-nos.

Controle de qualidade

Publicação: 27/06/2018 às 09:34 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

     

      O Laboratório Exata trabalha com um rigoroso controle de qualidade, reconhecido e certificado por diversos meios oficiais. Participamos de ensaios de proficiência (EP), que são estudos realizados por instituições externas, que avaliam e demonstram a confiabilidade dos nossos resultados.
      Tais ensaios são um dos itens necessários para a acreditação pela norma NBR ISO/IEC 17025:2005, que dispõe sobre requisitos para a competência de laboratórios de ensaio e calibração. A norma é publicada internacionalmente pela ISO e publicada no Brasil pela ABNT. Para demonstrar competência, cada laboratório deve implantar os requisitos de tal norma e ser submetido à auditoria do acreditador.
      Desde 2012 o Exata participa do Ensaio de Proficiência para amostras para Nutrição Animal AAFCO – EUA. Participamos também do Ensaio de Proficiência para Laboratórios de Nutrição Animal – EPLNA – EMBRAPA, e temos certificado de aprovação em ambos ensaios.
      Recebemos os selos de Qualidade em análise de solo pela EMBRAPA e IAC, e selo de qualidade de análise de tecido vegetal da ESALQ-USP. São programas de alto renome, onde os coordenadores enviam amostras idênticas a todos os participantes, que realizam as análises independentes e enviam os resultados para que a coordenação faça a avaliação estatística.

     Tais reconhecimentos, unidos à satisfação de nossos clientes, são para nós motivação para continuarmos controlando diariamente a qualidade de nossos resultados, por meio de amostras de Referência Interna e Materiais de Referência Certificados (MRC), utilizando um sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) totalmente voltado para o atendimento das normas vigentes.


 

Normativa define Limites Máximos Tolerados (LMT) de contaminantes em alimentos infantis

Publicação: 12/03/2018 às 15:10 | Autor: Jocemar F. Garcia | Comentários: 0

O Laboratório Exata está preparado para realizar análise de alimentos infantis para identificação dos contaminantes arsênio inorgânico, cádmio total, chumbo total e estanho inorgânico. A resolução que estabelece os limites máximos toleadoras foi publicada em dezembro de 2018 e entrará em vigor até junho de 2018.

O futuro dos laboratórios agronômicos no Brasil

Publicação: 15/02/2018 às 18:14 | Autor: Jocemar F. Garcia | Comentários: 0

No dia 24 de janeiro de 2018 o Diretor dos Laboratórios Exata, Insaide e Exxato Professor Dr. Carlos Brait palestrou no IV Encontro sobre Agricultura de Precisão ABPSAP, falando sobre o futuro dos laboratórios agronômicos no Brasil.

O evento reuniu aproximadamente 150 pessoas, entre prestadores de serviço de agricultura de precisão, técnicos, consultores, professores e demais integrantes da cadeia produtiva.

Dr. Carlos Brait falou sobre perspectivas futuras para os laboratórios levando em conta a evolução destes com o passar dos anos e alertando para um cenário atual onde os laboratórios estão perdendo sua capacidade de investimento e alguns inclusive fechando devido a falta de tecnologia, acreditação e melhoria de gestão.

Um Breve resumo sobre as impurezas elementares que devem ser controlados com a USP 232 e 233.

Publicação: 31/07/2017 às 10:31 | Autor: Paulo Roberto | Comentários: 0

As impurezas elementares podem ser oriundas da adição intencional de catalizadores na síntese do insumo farmacêutico ativo (IFA) ou podem ocorrer naturalmente como as contaminantes ambientais de IFAs e excipientes utilizados na formulação medicamentosa, interações entre os equipamentos da rota de fabricação do produto acabado com a formulação e o contando entre as embalagens primarias com o produto acabado. Devido as impurezas elementares não fornecem nenhum benefício terapêutico para o paciente, seus níveis no medicamento devem ser controlados dentro de limites aceitáveis.
Para se estabelecer o controle das impurezas elementares deve-se ter conhecimento do seu potencial toxicológico instituindo para cada impureza o limite máximo permitido de exposição diária (PDE). Os elementos incluídos nessa orientação foram colocados em três classes baseados na sua toxidade e sua probabilidade de ocorrência nos medicamentos. A probabilidade de ocorrência é derivada de vários fatores, incluindo: probabilidade de uso em processos farmacêuticos, probabilidade de ser uma impureza co-isolada com outras impurezas elementares em materiais utilizados em processos farmacêuticos e a abundância natural observada e distribuição ambiental do elemento.
Classe 1: Arsênio (As), Cadmio (Cd), Mercúrio (Hg) e Chumbo (Pb), são elementos tóxicos a seres humanos, seu uso é limitado ou raro na fabricação de produtos farmacêuticos, sua presença nos produtos medicamentosos geralmente vem contaminações adjacentes dos excipientes ou rota produtiva. Devem ser incluídos na análise de risco do produto medicamentoso desvio sua alta toxicidade.
Classe 2: Os elementos desta classe são geralmente considerados como tóxicos a seres humanos. Os elementos da classe 2 são ainda divididos nas sub-classes 2A e 2B com base na sua probabilidade relativa de ocorrência no medicamento.
Classe 2A: Cobalto (Co), Níquel (Ni) e Vanádio (V), esses elementos têm uma probabilidade relativamente alta de ocorrência no medicamento e portanto, requerem avaliação de risco em todas as fontes potenciais de impurezas elementares e rotas de administração.
Classe 2B: Prata (Ag), Ouro (Au), Irídio (Ir), Ósmio (Os), Paládio (Pd), Platina (Pt), Ródio (Rh), Rutênio (Ru), Selênio (Se) e Tálio (Tl), sua probabilidade de ocorrência nos produtos medicamentosos é reduzida devido a sua baixa abundância e potencial para de interação com outros matérias, desse modo podem ser excluídos da avaliação de risco, exceto quando foram adicionados intencionalmente durante o processo de fabricação do IFA ou do produto medicamentoso.
Classe 3: Bário (Ba), Cromo (Cr), Cobre (Cu), Lítio (Li), Molibdênio (Mo), Antimônio (Sb) e Estanho (Sn), esses elementos possuem apresentam toxicidades relativamente baixas pela via oral de administração (PDEs altas, geralmente> 500 μg / dia), mas podem exigir consideração na avaliação de risco para inalação e rotas parenterais. Para rotas orais de administração, a menos que esses elementos sejam intencionalmente adicionados, não precisam ser considerados durante a avaliação de risco. Para os produtos parenterais e inalatórios, o potencial de inclusão dessas impurezas elementares deve ser avaliado durante a avaliação do risco, a menos que a PDE específica da rota seja superior a 500 μg / dia.

Paulo Roberto
Analista de PD&I na Prati Donaduzzi Medicamentos Genéricos

Fonte:  Linkedin.
https://www.linkedin.com/pulse/um-breve-resumo-sobre-impurezas-elementares-que-devem-paulo-roberto-2?trk=v-feed&lipi=urn%3Ali%3Apage%3Ad_flagship3_feed%3BAXiSkCD%2Fr6FW8hGxqfYQzg%3D%3D

 
Um Breve resumo sobre as impurezas elementares que devem ser controlados com a USP 232 e 233.

Incerteza de medição de ensaios agronômicos – Uma abordagem simplificada.

Publicação: 25/10/2016 às 09:56 | Autor: Prof. Dr. Carlos Brait | Comentários: 0

Na química analítica moderna, o conceito de incerteza de medição tem sido muito discutido na atualidade, principalmente devido a necessidade dos laboratórios de ensaio em obter acreditação na norma ISO/IEC 17025:2005 (reconhecimento internacional formal da competência do laboratório realizada pelo INMETRO para as análises do escopo).
 
Incerteza de medição de ensaios agronômicos – Uma abordagem simplificada.

A importância da otimização do sistema de produção em laboratórios agronômicos

Publicação: 29/09/2016 às 15:08 | Autor: Prof. Dr. Carlos Brait | Comentários: 0

          Investimentos em gestão da qualidade, novas tecnologias, inovação de processo e automação são fundamentais para que se possa processar um grande volume de amostras em baixo tempo e com a qualidade analítica desejável.
 
A importância da otimização do sistema de produção em laboratórios agronômicos

Laboratórios Agronômicos: Como ser competitivo no mercado atual?

Publicação: 05/09/2016 às 14:27 | Autor: Prof. Dr. Carlos Henrique Hoff Brait | Comentários: 0

Os laboratórios devem observar atentamente seus custos e calcular seu ponto de equilíbrio em termos de quantidade de amostras (volume de amostras analisados em que a receita total se iguala aos custos totais) a fim de poderem atender o cliente com a qualidade desejada, velocidade e confiabilidade, e obterem o retorno financeiro adequado para o crescimento sustentável da empresa. Afinal quem não quer ver a sua empresa tendo sucesso?
Laboratórios Agronômicos: Como ser competitivo no mercado atual?

Importância do controle de qualidade no laboratório de análises agropecuárias

Publicação: 17/08/2016 às 16:29 | Autor: Msc. Maura R. Amparo | Comentários: 1

Com o passar do tempo, o conceito de Qualidade tem evoluído e tomado uma importância cada vez maior, especialmente diante das exigências por parte dos clientes. Em consequência disso, o "melhorar continuamente os processos" passou a ser a conduta adotada por várias empresas. Nos laboratórios analíticos, isso não foi diferente. A qualidade de um produto é determinada pela capacidade que este apresenta em atender as necessidades e expectativas do cliente. Para obter tal característica, ele deve ser produzido de forma adequada dentro de um determinado padrão, ou seja, esse produto deve ser produzido dentro de um sistema que chamamos de Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ).

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