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Crescimento da olericultura no mercado nacional

Publicação: 29/10/2018 às 18:35 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

A olericultura é uma parte da horticultura, trata-se do cultivo de oleráceas e/ou hortaliças: plantas folhosas; raízes; bulbos; tubérculos e diversos frutos. É uma cultura que cresceu bastante em nosso país, e tem ganhado espaço principalmente nas unidades familiares, com o aumento da demanda por alimentos mais saudáveis.
A produção da olericultura ficou por muito tempo nos chamados “cinturões verdes”, localizados próximos às áreas urbanas, devido, principalmente, à proximidade dos centros consumidores. O aprimoramento da logística da produção e da entrega permitiu a rápida expansão dessas áreas para locais onde se praticava normalmente apenas a cultura de cereais, como as regiões mecanizáveis do cerrado.
Nos últimos anos, essa expansão proporcionou um aumento expressivo na produção brasileira de hortaliças, o que contribuiu para geração de mais empregos e para a tecnificação do sistema de produção.
São culturas com ciclos biológicos consideravelmente curtos, o que proporciona mais de um cultivo por ano, e, consequentemente, uma boa rentabilidade em pequenas áreas.
Além disso, muitas dessas lavouras atualmente representam uma alternativa de rotação de culturas como soja, milho e feijão, principalmente na região do cerrado. Podemos apontar alguns benefícios interessantes dessa diversificação, tais como: é uma forma de quebrar o ciclo reprodutivo de muitas pragas, doenças e plantas daninhas; e muitas empresas que investem nessa rotatividade têm se tornado mais competitivas.
Por outro lado, a olericultura demanda elevada atenção, desde o preparo do solo até as operações de colheita, com tratos culturais intensivos. Por isso é considerada uma atividade de risco, devido a fatores climáticos, técnicos e econômicos.
Para driblar os riscos, os produtores têm investido em tecnologias, e também se especializado em determinados nichos, como a produção e beneficiamento de olerícolas em porções prontas para o consumo; ou produção de mini-hortaliças, de frutas vermelhas e frutas como a physalis, que possuem grande valor agregado.
Crescimento da olericultura no mercado nacional

Agricultura de precisão: Etapas do manejo

Publicação: 15/10/2018 às 15:48 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

A agricultura de grãos permite alta adoção das técnicas de agricultura de precisão, por suas características de alta mecanização e da grande extensão das áreas de cultivo. As principais atividades a serem aplicadas nas etapas do manejo são as seguintes: 
- Sistema de amostragem de solo: subdivide-se a área cultivada em grides. Em cada gride realiza-se a coleta de uma amostra georreferenciada para análise química;
- Distribuição de corretivos e fertilizantes a taxa variável, que serão aplicados de acordo com a necessidade de cada área do talhão. A dose de aplicação pode ser determinada com base em mapa de variabilidade ou em sensoriamento remoto;
- Semeadura a taxa variável, de acordo com o mapa de recomendação de semeadura. As áreas com maior potencial produtivo recebem maior densidade de semeadura. As semeadoras possuem controle automático de cada linha de plantio;
- Aplicação de defensivos agrícolas a taxa variável, de acordo com o mapa de recomendação, que é inserido no controlador da máquina; ou de acordo com as informações coletadas por sensores em tempo real: 
- Elaboração do mapa de produtividade, que é realizada durante a operação de colheita, por meio de sensores de produtividade instalados nas colhedoras, no topo do elevador de grãos para depósito;
- Orientação por sinais de satélite: a direção das máquinas é orientada pelos sinais de satélite, que são indicados por uma barra de luzes que fica acoplada sobre o painel (no caso de máquina com operador), ou, no caso de máquinas com piloto automático, o deslocamento é realizado de forma exata.

 
Agricultura de precisão: Etapas do manejo

Agricultura de precisão: Mapas de variabilidade

Publicação: 29/09/2018 às 11:16 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Continuando a série sobre agricultura de precisão, agora falaremos dos mapas de variabilidade ou de condição, que são essenciais para a análise de cada parte do terreno/lavoura. Alguns dos principais tipos de mapa de variabilidade são: 
- Mapas da fertilidade do solo: com a amostragem e análise química do solo, é possível gerar mapas específicos, que demonstram indicativos de sua fertilidade. Podem ser elaborados mapas com os índices de macronutrientes (como fósforo; potássio; cálcio; magnésio; enxofre); mapas de micronutrientes (como boro; cobre; zinco; manganês; molibdênio; ferro); de pH do solo; de soma ou de saturação de bases; entre outros. Esses mapas são muito importantes para observação da produtividade da lavoura, pois áreas de baixa fertilidade podem determinar baixa produtividade da lavoura (apesar de a fertilidade não ser o único fator a influenciar na produtividade);
- Mapa da topografia/elevação do terreno: representa a declividade de cada área cultivada, ou seja, a inclinação da superfície do terreno. Essas informações podem ser utilizadas para a análise de práticas de conservação do solo, como plantio em nível, por exemplo; e também para indicar o potencial produtivo de cada área de acordo com o declive do solo; com a face de exposição do talhão ao sol, entre outros fatores;
- Mapas das características físicas do solo: apresentam aspectos específicos do solo, como por exemplo textura; compactação; capacidade de retenção de água. São instrumentos ideais para auxiliar na tomada de decisão quanto a determinado sistema de manejo, como o sistema de irrigação (a textura do solo e sua retenção de água são fatores que determinam bastante a necessidade de se irrigar).
Além desses, existem outros tipos de mapas muito utilizados, sobre os quais falaremos no próximo post da série. Não perca!

Benefícios do leite de soja

Publicação: 24/09/2018 às 17:02 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

O consumo dos produtos da soja é cada vez maior, e isso pode trazer benefícios não só à economia, mas também à saúde dos consumidores, respeitado o consumo de produtos confiáveis. Um exemplo disso é o leite de soja, que pode apresentar vários benefícios ao organismo, pois tem em sua composição 40% de proteína; muitas fibras e vitaminas; cálcio; e nada de gordura saturada. Aponta-se que ele pode equilibrar os níveis de glicose e de insulina no sangue; diminuir os riscos de problemas renais; ajudar a combater o diabetes do tipo 2; melhorar a memória e crises de asma. Além disso, o leite de soja contém isoflavona, elemento que, apesar de os estudos ainda estarem pendendo de maiores confirmações, afirma-se que pode auxiliar na saúde do útero, da mama e da próstata. Pesquisas também têm afirmado que a isoflavona pode aliviar os sintomas da menopausa e da tensão pré-menstrual. E além de outras funcionalidades, para quem quer queimar gordura corporal, o leite de soja pode ser um bom aliado, devido aos peptídeos ativos contidos em sua fórmula.
*Segundo Tatiana Zanin, CRN-3 nº 15097, em: https://www.tuasaude.com/beneficios-do-leite-de-soja/

Como evitar que os bovinos sejam prejudicados pela seca?

Publicação: 23/08/2018 às 13:54 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

O período de seca é uma grande preocupação dos produtores. Isso porque as pastagens amadurecem, os teores de fibra são elevados, a produção de folhas diminui, caem os níveis de energia; minerais; e teores de proteína. Tudo isso prejudica muito o desempenho animal. Mas alguns cuidados podem ser tomados para combater tais efeitos: 
- Na alimentação dos bovinos, realizar uma mistura para corrigir a falta de proteína e energia. Um exemplo de opção é o farelo proteico, que supre a deficiência de nitrogênio (fundamental para auxiliar as bactérias ruminais na fermentação do alimento ingerido, disponibilizando nutrientes para o bovino);
- Deve ser garantido o espaçamento ideal no cocho, para que todos os animais consigam consumir o suplemento de forma homogênea. Para cada produto há um espaçamento mínimo, e os proteinados necessitam de uma metragem maior de cocho;
- Manter sempre água de boa qualidade e à vontade disponível aos animais, com bebedouro próximo ao cocho;
- Manejar racionalmente as pastagens durante a estação de crescimento (águas). Para isso, no final dessa estação (aproximadamente na segunda quinzena de fevereiro) é recomendado iniciar a programação de veda do pasto, conservando alguns piquetes sem animais pastejando, para que durante a seca essas áreas estejam preservadas, com maior concentração e qualidade de forragem.

Saiba mais sobre a incrível técnica ICP-MS

Publicação: 15/08/2018 às 16:22 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Uma das técnicas analíticas mais sensíveis, que possibilita a determinação elementar de mais de 70 elementos químicos em níveis que podem variar de partes por bilhão (ppb) a partes por trilhão (ppt) é a Espectrometria de Massa com Plasma Acoplado Indutivamente (ICP-MS). Essa técnica vem sendo muito utilizada para análises de amostras ambientais, como de solos; plantas; e águas; para a determinação de elementos potencialmente tóxicos, como Arsênio; Cádmio; Chumbo; e Mercúrio; para a determinação de mais de 24 elementos, dentre eles impurezas elementares, visando o controle de qualidade de medicamentos através das novas normas da United States Pharmacopeia (USP <232> e <233>); contaminantes inorgânicos em alimentos infantis (RDC 193 ANVISA 12/12/2017); além de exames ocupacionais para avaliação da saúde dos trabalhadores.
O Laboratório Exata conta com dois equipamentos de ICP-MS e três equipamentos de ICP-OES, além de uma equipe de especialistas pronta para desenvolver a melhor solução analítica para seus clientes. Somos especialistas na aplicação e desenvolvimento de métodos em diversos tipos de amostras para posterior determinação multielementar. Consulte-nos.

Importância da análise do pH do solo

Publicação: 13/08/2018 às 12:53 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

O pH do solo é sua medida de acidez e alcalinidade. Os níveis de pH variam de 0 a 14, sendo 7 neutro; abaixo de 7, ácido; e acima, alcalino. Quanto aos solos brasileiros, é ideal que sejam levemente ácidos, com faixa de pH em água entre 5,5 a 6,0 ou pH entre 4,9 a 5,4 em CaCl₂ 0,01 M. Essa é uma regra geral, ressaltando-se que várias plantas têm se adaptado para valores fora dessa faixa, sendo necessário analisar cada caso.

O principal problema do pH com valores menores que esses é o surgimento de Al3+ (alumínio na forma trocável), que causa toxidez às plantas, ocupa as cargas das argilas, impede que os cátions essenciais (como cálcio – Ca; magnésio – Mg; potássio - K) permaneçam no sistema. Quando o pH está entre as faixas citadas acima, todo o Al3+ do sistema é neutralizado, trazendo diversos benefícios às plantas, como a maior disponibilidade de Ca, Mg e K.

A análise de solo indica, entre outros índices, o valor do pH, e, portanto, é essencial para a prática da calagem, que pode corrigir a acidez do solo. Essa redução de acidez promove o aumento da disponibilidade de fósforo e molibdênio, diminuindo a disponibilidade de micronutrientes metálicos, como manganês, ferro, zinco e cobre. Em síntese, os níveis de pH controlam vários processos químicos que acontecem no solo, especificamente a disponibilidade de nutrientes para a planta. Por isso é vital manter níveis adequados para que as plantas atinjam todo o seu potencial.

Por que cresce o uso de aminoácidos na agricultura?

Publicação: 01/08/2018 às 11:58 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

A utilização de aminoácidos tem crescido acentuadamente na agricultura brasileira, por apresentar inúmeros benefícios às plantas e contribuir para o aumento de produtividade e qualidade dos produtos.
Os aminoácidos formam as proteínas, enzimas e hormônios que são essenciais aos seres vivos. Eles desempenham diversas funções, e todo o desenvolvimento das plantas depende da presença dos mesmos. As proteínas das plantas são compostas a partir de um grande número de aminoácidos, e sintetizá-los requer bastante energia da planta, ainda mais se somado aos estresses – como falta de água; calor; transplante.
Quando os aminoácidos são livremente fornecidos, a planta os absorve diretamente e faz uso imediato deles. A importância disso é que nas diversas fases de vida da planta ela pode ficar livre do trabalho de sintetizar aminoácidos, e pode amadurecer, florescer e frutificar melhor.
Além disso, pode-se citar que os aminoácidos trazem diversos benefícios às plantas, como tornar a fotossíntese mais eficiente; atrasar o envelhecimento das folhas, prolongando o ciclo produtivo; aumentar a absorção e translocação de nutrientes; proporcionar um sistema radicular mais desenvolvido; auxiliar para que a planta se recupere mais rapidamente diante de situações de estresse; entre diversos outros.
Devido a todos esses fatores, a aplicação de outros insumos associada ao uso de aminoácidos pode representar aumentos consideráveis da produtividade e saúde das plantas.

Normativa define Limites Máximos Tolerados (LMT) de contaminantes em alimentos infantis

Publicação: 12/03/2018 às 15:10 | Autor: Jocemar F. Garcia | Comentários: 0

O Laboratório Exata está preparado para realizar análise de alimentos infantis para identificação dos contaminantes arsênio inorgânico, cádmio total, chumbo total e estanho inorgânico. A resolução que estabelece os limites máximos toleadoras foi publicada em dezembro de 2018 e entrará em vigor até junho de 2018.

Um Breve resumo sobre as impurezas elementares que devem ser controlados com a USP 232 e 233.

Publicação: 31/07/2017 às 10:31 | Autor: Paulo Roberto | Comentários: 0

As impurezas elementares podem ser oriundas da adição intencional de catalizadores na síntese do insumo farmacêutico ativo (IFA) ou podem ocorrer naturalmente como as contaminantes ambientais de IFAs e excipientes utilizados na formulação medicamentosa, interações entre os equipamentos da rota de fabricação do produto acabado com a formulação e o contando entre as embalagens primarias com o produto acabado. Devido as impurezas elementares não fornecem nenhum benefício terapêutico para o paciente, seus níveis no medicamento devem ser controlados dentro de limites aceitáveis.
Para se estabelecer o controle das impurezas elementares deve-se ter conhecimento do seu potencial toxicológico instituindo para cada impureza o limite máximo permitido de exposição diária (PDE). Os elementos incluídos nessa orientação foram colocados em três classes baseados na sua toxidade e sua probabilidade de ocorrência nos medicamentos. A probabilidade de ocorrência é derivada de vários fatores, incluindo: probabilidade de uso em processos farmacêuticos, probabilidade de ser uma impureza co-isolada com outras impurezas elementares em materiais utilizados em processos farmacêuticos e a abundância natural observada e distribuição ambiental do elemento.
Classe 1: Arsênio (As), Cadmio (Cd), Mercúrio (Hg) e Chumbo (Pb), são elementos tóxicos a seres humanos, seu uso é limitado ou raro na fabricação de produtos farmacêuticos, sua presença nos produtos medicamentosos geralmente vem contaminações adjacentes dos excipientes ou rota produtiva. Devem ser incluídos na análise de risco do produto medicamentoso desvio sua alta toxicidade.
Classe 2: Os elementos desta classe são geralmente considerados como tóxicos a seres humanos. Os elementos da classe 2 são ainda divididos nas sub-classes 2A e 2B com base na sua probabilidade relativa de ocorrência no medicamento.
Classe 2A: Cobalto (Co), Níquel (Ni) e Vanádio (V), esses elementos têm uma probabilidade relativamente alta de ocorrência no medicamento e portanto, requerem avaliação de risco em todas as fontes potenciais de impurezas elementares e rotas de administração.
Classe 2B: Prata (Ag), Ouro (Au), Irídio (Ir), Ósmio (Os), Paládio (Pd), Platina (Pt), Ródio (Rh), Rutênio (Ru), Selênio (Se) e Tálio (Tl), sua probabilidade de ocorrência nos produtos medicamentosos é reduzida devido a sua baixa abundância e potencial para de interação com outros matérias, desse modo podem ser excluídos da avaliação de risco, exceto quando foram adicionados intencionalmente durante o processo de fabricação do IFA ou do produto medicamentoso.
Classe 3: Bário (Ba), Cromo (Cr), Cobre (Cu), Lítio (Li), Molibdênio (Mo), Antimônio (Sb) e Estanho (Sn), esses elementos possuem apresentam toxicidades relativamente baixas pela via oral de administração (PDEs altas, geralmente> 500 μg / dia), mas podem exigir consideração na avaliação de risco para inalação e rotas parenterais. Para rotas orais de administração, a menos que esses elementos sejam intencionalmente adicionados, não precisam ser considerados durante a avaliação de risco. Para os produtos parenterais e inalatórios, o potencial de inclusão dessas impurezas elementares deve ser avaliado durante a avaliação do risco, a menos que a PDE específica da rota seja superior a 500 μg / dia.

Paulo Roberto
Analista de PD&I na Prati Donaduzzi Medicamentos Genéricos

Fonte:  Linkedin.
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Um Breve resumo sobre as impurezas elementares que devem ser controlados com a USP 232 e 233.

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