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O preço de uma decisão.

Publicação: 17/04/2020 às 13:47 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Muito se fala em produtividade pensando que ela está somente atrelada a quantidade produzida. Na verdade, a quantidade de sacas por hectare é apenas consequência de boas ou más decisões, e uma delas é a escolha de uma análise de solo e foliar de excelência.
 
Sabemos que os produtores rurais investem muito em corretivos e fertilizantes, porém se observar na planilha do produtor rural, a análise de solo se encontra na planilha de gastos, e não em investimentos. E realmente, pode ter certeza, será um gasto se não for confiável e trabalhada de forma séria.
 
É preciso lembrar também de cuidar do manejo para garantir a qualidade do solo. Saber do que o solo precisa é essencial para ter uma excelente produtividade na lavoura. Por isso, através da análise de solo o produtor pode saber exatamente os nutrientes ali existentes e assim comprar apenas os insumos necessários. 
 
O custo de uma análise do solo é extremamente baixo diante dos demais custos de produção, representando uma média de 0,3% de todo o custo. Um valor insignificante para o produtor se comparado ao aumento de lucro que ela pode proporcionar!
 
Lembramos que uma análise bem feita vai apontar as deficiências do solo, permitir que o produtor entenda quais as necessidades de fertilidade e correção, e assim não gaste insumos desnecessários, e pode até reduzir gastos com defensivos, pois plantas saudáveis ficam mais protegidas contra doenças.
 
Nós do Laboratório Exata somos especialistas em análise de solo e análise foliar, contamos com laboratório de ponta e equipe capacitada para entregar uma análise comprometida com a verdadeira capacidade de produzir mais e de forma mais eficiente.
 
Por isso saiba, a análise de solo é um dos melhores investimentos para a lavoura! Otimiza os custos, pode aumentar a produtividade, contribui para o aumento da longevidade e fertilidade do solo. É a melhor escolha para a propriedade rural e para o bolso do produtor!
 
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O preço de uma decisão.

Benefícios da adubação orgânica

Publicação: 26/02/2020 às 10:55 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Além dos adubos químicos, é possível optar pelo uso do adubo orgânico. Mas você sabe do que ele é composto, sua relação C/N ou até mesmo o que ele beneficia? Caso não saiba, fique tranquilo. Te explicaremos nesse texto um pouco mais sobre o assunto.
Adubo Orgânico? Húmus?
O adubo orgânico tem relação direta com o húmus. Veja agora o motivo!
Esse material fertilizante tem em sua mistura resíduos de origem animal e vegetal. Como: folhas secas, gramas, restos vegetais, restos de alimentos e esterco animal. Ao se decompor, seu resultado é o húmus.
O húmus é o fruto da ação de diversos microorganismos sobre os restos animais e vegetais. Sua composição média deve apresentar valores em torno de 58% de carbono e 5% de nitrogênio.
Como funciona a relação C/N?
A relação carbono nitrogênio (C/N) é a proporção de carbono contida em cada material em relação ao nitrogênio. Esses dois elementos são muito importantes para os seres vivos e seu perfeito balanço entre proporções é responsável pela eficácia da sua adubação.
Caso não estejam com valores certos, podemos observar os seguintes problemas:
- Relação C/N elevada: motiva a competição pelo N disponível entre os microrganismos e as plantas. Ou seja, ocorrerá o retardo no aumento de temperatura, demora no processo e seu produto final apresentará baixos teores de matéria orgânica.
- Relação C/N baixa (leguminosas): favorece o desenvolvimento microbiológicos no processo de decomposição e maior quantidade de N mineralizado. Ou seja, queda na qualidade do composto orgânico.
Benefícios da adubação orgânica
Vimos que o húmus é um composto muito rico e capaz de produzir uma adubação eficaz e orgânica. Além disso, seu uso pode trazer diversos benefícios para sua plantação. Entre outros resultados positivos pelo uso, podemos observar:
- Melhora a estrutura do solo;
- Reduz a plasticidade e coesão;
- Aumenta a capacidade de retenção de água;
- Ameniza a variação da temperatura do solo;

- Aumenta na capacidade de troca catiônica;
- Aumenta o poder tampão;
- Compostos orgânicos atuam como quelato;
- Matéria orgânica em decomposição é fonte de nutriente.

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No momento da escolha de um adubo orgânico ou químico, saiba que estamos juntos, Produtor. Com essas iniciativas precisas e bem fundamentadas, os resultados são certeiros: aumento da produtividade e da receita líquida.
 
Já atuamos há mais de duas décadas auxiliando na tomada de decisões do agronegócio, entregando análises agroindustriais confiáveis e com qualidade.
 
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Benefícios da adubação orgânica

Análise de solo: você está fazendo isso corretamente?

Publicação: 18/02/2020 às 16:13 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

A agricultura está avançando a passos largos. Isso é um bom sinal. Ótimo, diga-se de passagem. Muitas técnicas são introduzidas diariamente e várias delas unem de forma produtiva o campo e a tecnologia.
Estamos na época perfeita para investimentos em resultados eficazes e de baixo custo. Sabe o que é ideal? Uma análise de solo completíssima.
Nesse texto, vamos te introduzir e conduzir a uma amostragem perfeita e resultados de sucesso.
Como realizar corretamente?
Você nos pergunta e nós te respondemos! De maneira geral, uma amostragem de solo inicia-se com os seguintes passos:
  1. Primeiramente deve-se separar a área a ser analisada em glebas (talhões) levando em consideração:
  2. Tipo de solo: cor, textura e profundidade de perfil (0-20 cm, 20-40cm, respectivamente);
  3. Topografia: mudanças de declividade (topo, encosta, baixada);
  4. Vegetação: tipos diferentes de cobertura vegetal;
  5. Diferenças de adubação: histórico e utilização da área, referente ao uso de corretivos e fertilizantes;
  6. Grau de drenagem: separar as áreas que sofrem alagamentos.
Lembramos que o ideal é que as glebas a serem amostradas não excedam 10 hectares. Fique ligado, pois no caso de amostras utilizadas para financiamento, deve-se consultar a exigência do banco financiador quanto à quantidade de amostras para representar a área escolhida.
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Análise de solo: você está fazendo isso corretamente?

5 vantagens em escolher o espaçamento reduzido na sua plantação de milho

Publicação: 03/02/2020 às 14:15 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 1

Na cultura do milho, existem diversas boas opções que aumentam de forma considerável sua produtividade. Esse é o caso da escolha da densidade de plantio e do espaçamento.
 
No texto de hoje, vamos falar um pouco mais sobre o espaçamento de plantio que traz resultados imbatíveis para sua lavoura de milho. Vamos lá?

Espaçamento Reduzido
 
O Espaçamento é uma técnica de plantio que utiliza lacunas de tamanhos iguais, entre as plantas, que trazem diversas vantagens para a plantação. Tradicionalmente, o método era utilizado como 80 cm a 90 cm entre linhas.
 
Hoje em dia, com a evolução dos estudos, pode-se notar a utilização do espaçamento reduzido. Ou seja, algo entre 45 cm a 50 cm entre linhas.
Vamos falar sobre vantagens!
Claro! Então, vamos te explicar de maneira breve algumas vantagens, impossíveis de ignorar, que esse tipo de técnica traz para sua produtividade do seu plantio do milho. São elas:
  1. Cobertura rápida do solo
  2. Melhor aproveitamento da radiação solar
  3. Redução da utilização de herbicidas (menor ocorrência de plantas daninhas)
  4. Redução de custos
  5. Mesmo espaçamento da soja
 
Antes de tudo: planejamento
 
Porém, antes de decidir qual espaçamento utilizar. É preciso uma análise assertiva das condições de solo da propriedade.
 
Para isso, conte com nossa análise de solo!
 
Melhore a qualidade do seu solo, evite desperdícios desnecessários e aumente consideravelmente sua produtividade. Através dela, é possível obter informações preciosas sobre o estado nutricional e o grau de fertilidade do seu solo.

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5 vantagens em escolher o espaçamento reduzido na sua plantação de milho

3 problemas acarretados pela nutrição excessiva

Publicação: 22/01/2020 às 14:53 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0



Como já sabemos, a adubação é um
a parte muito importante do cultivo. Mas, existe um limite para que esse uso não seja excessivo e acarrete em problemas para a sua lavoura e para o seu bolso, e até traga prejuízos ao solo e ao meio ambiente.
 
A questão é bem séria, pois algumas delas podem até mesmo comprometer as safras seguintes e até todo seu solo de cultivo.

Para evitar isso, nada melhor que conhecer mais a fundo alguns problemas. Veja quais:

1 - A
ntagonismo
 
O chamado antagonismo é um efeito ocasionado pelo excesso de nutriente do solo. Ao exceder esse limite, acontece uma redução considerável de absorção de outros pela planta.
 
Além disso, podemos notar a chamada Inibição Competitiva. Ela é considerada quando os nutrientes competem pela maior absorção e aquele em excesso pode bloquear a absorção dos outros.
 
Esse efeito é claramente visto através da relação de equilíbrio do potássio (K), cálcio (Ca) e magnésio (Mg). Esses teores precisam estar em harmonia para sua total absorção e resultados na lavoura.
 
2 - Doenças
 
Sim! Uma planta com nutrientes desbalanceados, fica vulnerável à possíveis diversas doenças oportunistas. Essa condição de desequilíbrio atinge diretamente o potássio (K), cálcio (Ca) e magnésio (Mg).
 
Um exemplo claro é do potássio, sua deficiência promove o aumento de aminoácidos e açúcares solúveis na folha. Sabe o que isso acarreta? Na germinação de esporos e crescimento dos fungos.

3 - Salinidade


Se você observar bem, no rótulo do seu fertilizante é possível ver que ele em si já possui um nível de salinidade de uso ideal. Neste caso, seu excesso gera um aumento considerável na salinidade do ambiente e traz um efeito de estresse a planta.
 
Então, podemos observar dois efeitos bem negativos: estresse osmótico (faz com que a planta sinta necessidade constante de água) e o estresse iônico (toxidez).


Resultados e exatidão na escolha
Viu como é importante esse acompanhamento de perto do que é usado na sua lavoura?
 
Sabia que essa prática de controle pode diminuir custos desnecessários consideravelmente?
 
Mas, você nos pergunta: “como?”. Te diremos agora! Através da análise de fertilizantes e corretivos. Esse é um método muito eficaz, pois te assegura sobre a procedência e efetividade do adubo utilizado em sua lavoura.


Para que perder tempo e dinheiro? Para se certificar que esses níveis estejam corretos, solicite a sua análise com a gente.

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3 problemas acarretados pela nutrição excessiva

Diferenças entre Análise Química e Textural de Solo

Publicação: 17/06/2019 às 12:57 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Na análise química é avaliada a fertilidade do solo, sendo determinadas a acidez e a disponibilidade de nutrientes às plantas. Já na análise textural (ou física, ou granulométrica) são determinados os teores de areia, silte e argila e a classificação textural do solo. Na última, a separação das frações contidas se dá pelo tamanho das partículas encontradas nos agregados do solo.

A análise química é de grande valia para a prescrição de corretivos e fertilizantes, por indicar com exatidão quais nutrientes estão presentes no solo e sua quantidade, e, portanto, possibilitar que se saiba quais e quanto dos nutrientes as plantas precisarão ou não para se desenvolver. A análise textural, por sua vez, é muito importante para a melhor compreensão de certos comportamentos e características do solo, como aeração, taxa de drenagem, capacidade de armazenamento de nutrientes, entre outros.

As análises químicas demandam maior frequência de amostragem, devido à variabilidade dos teores e a dinâmica dos nutrientes no solo, enquanto a textural, uma vez determinada, raramente sofrerá mudanças, podendo ser repetida a cada 10 ou 15 anos.

O ideal é que sejam combinadas as duas formas de análise, para que o produtor conheça de fato os solos existentes em sua propriedade e possa trabalhar de forma mais detalhada o manejo de culturas, levando em consideração as características e comportamentos apresentados, e assim, garantir alta produtividade.

Para análise química e textural de solo, invista com segurança, escolha Laboratório Exata!

Diferenças entre Análise Química e Textural de Solo

Laboratório Exata prestigia a Tecnshow 2019

Publicação: 19/04/2019 às 13:07 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

A Tecnoshow vem conquistando ao longo de seus 18 anos de existência uma posição de destaque não somente no Centro-Oeste, mas em todo o país, estando entre as maiores feiras de tecnologia rural do Brasil. Em 2019 não foi diferente, o evento atraiu mais de 118 mil pessoas, e movimentou cerca de 3,4 bilhões em volume de negócios. 
Mas não é de agora que o Laboratório Exata reconhece a grandiosidade da Tecnoshow. Já faz uma década que comparecemos ao evento, que se tornou tradicional e indispensável em nossa programação anual.
Na edição deste ano montamos nosso estande em conjunto com a Perten Instruments, uma companhia da PerkinElmer especializada em instrumentos de análise para o mercado alimentício. 
Outra novidade na nossa participação na Tecnoshow foi o INFOSoil, aplicativo do Laboratório Exata, que está cheio de funcionalidades e que leva as análises ao produtor, ao alcance de um clique, gratuitamente. 
Em mais uma edição de Tecnoshow, encontramos grandes parceiros, clientes e amigos nesse evento que é um marco no calendário do agronegócio brasileiro. Além disso, nossa maior satisfação é saber que mais uma vez levamos ao produtor rural informação séria e segura sobre a importância de que ele tenha como seu aliado um bom laboratório de análises, pois o futuro chegou ao campo!

   


 
Laboratório Exata prestigia a Tecnshow 2019

Crescimento da olericultura no mercado nacional

Publicação: 29/10/2018 às 18:35 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

A olericultura é uma parte da horticultura, trata-se do cultivo de oleráceas e/ou hortaliças: plantas folhosas; raízes; bulbos; tubérculos e diversos frutos. É uma cultura que cresceu bastante em nosso país, e tem ganhado espaço principalmente nas unidades familiares, com o aumento da demanda por alimentos mais saudáveis.
A produção da olericultura ficou por muito tempo nos chamados “cinturões verdes”, localizados próximos às áreas urbanas, devido, principalmente, à proximidade dos centros consumidores. O aprimoramento da logística da produção e da entrega permitiu a rápida expansão dessas áreas para locais onde se praticava normalmente apenas a cultura de cereais, como as regiões mecanizáveis do cerrado.
Nos últimos anos, essa expansão proporcionou um aumento expressivo na produção brasileira de hortaliças, o que contribuiu para geração de mais empregos e para a tecnificação do sistema de produção.
São culturas com ciclos biológicos consideravelmente curtos, o que proporciona mais de um cultivo por ano, e, consequentemente, uma boa rentabilidade em pequenas áreas.
Além disso, muitas dessas lavouras atualmente representam uma alternativa de rotação de culturas como soja, milho e feijão, principalmente na região do cerrado. Podemos apontar alguns benefícios interessantes dessa diversificação, tais como: é uma forma de quebrar o ciclo reprodutivo de muitas pragas, doenças e plantas daninhas; e muitas empresas que investem nessa rotatividade têm se tornado mais competitivas.
Por outro lado, a olericultura demanda elevada atenção, desde o preparo do solo até as operações de colheita, com tratos culturais intensivos. Por isso é considerada uma atividade de risco, devido a fatores climáticos, técnicos e econômicos.
Para driblar os riscos, os produtores têm investido em tecnologias, e também se especializado em determinados nichos, como a produção e beneficiamento de olerícolas em porções prontas para o consumo; ou produção de mini-hortaliças, de frutas vermelhas e frutas como a physalis, que possuem grande valor agregado.
Crescimento da olericultura no mercado nacional

Agricultura de precisão: Etapas do manejo

Publicação: 15/10/2018 às 15:48 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

A agricultura de grãos permite alta adoção das técnicas de agricultura de precisão, por suas características de alta mecanização e da grande extensão das áreas de cultivo. As principais atividades a serem aplicadas nas etapas do manejo são as seguintes: 
- Sistema de amostragem de solo: subdivide-se a área cultivada em grides. Em cada gride realiza-se a coleta de uma amostra georreferenciada para análise química;
- Distribuição de corretivos e fertilizantes a taxa variável, que serão aplicados de acordo com a necessidade de cada área do talhão. A dose de aplicação pode ser determinada com base em mapa de variabilidade ou em sensoriamento remoto;
- Semeadura a taxa variável, de acordo com o mapa de recomendação de semeadura. As áreas com maior potencial produtivo recebem maior densidade de semeadura. As semeadoras possuem controle automático de cada linha de plantio;
- Aplicação de defensivos agrícolas a taxa variável, de acordo com o mapa de recomendação, que é inserido no controlador da máquina; ou de acordo com as informações coletadas por sensores em tempo real: 
- Elaboração do mapa de produtividade, que é realizada durante a operação de colheita, por meio de sensores de produtividade instalados nas colhedoras, no topo do elevador de grãos para depósito;
- Orientação por sinais de satélite: a direção das máquinas é orientada pelos sinais de satélite, que são indicados por uma barra de luzes que fica acoplada sobre o painel (no caso de máquina com operador), ou, no caso de máquinas com piloto automático, o deslocamento é realizado de forma exata.

 
Agricultura de precisão: Etapas do manejo

Agricultura de precisão: Mapas de variabilidade

Publicação: 29/09/2018 às 11:16 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Continuando a série sobre agricultura de precisão, agora falaremos dos mapas de variabilidade ou de condição, que são essenciais para a análise de cada parte do terreno/lavoura. Alguns dos principais tipos de mapa de variabilidade são: 
- Mapas da fertilidade do solo: com a amostragem e análise química do solo, é possível gerar mapas específicos, que demonstram indicativos de sua fertilidade. Podem ser elaborados mapas com os índices de macronutrientes (como fósforo; potássio; cálcio; magnésio; enxofre); mapas de micronutrientes (como boro; cobre; zinco; manganês; molibdênio; ferro); de pH do solo; de soma ou de saturação de bases; entre outros. Esses mapas são muito importantes para observação da produtividade da lavoura, pois áreas de baixa fertilidade podem determinar baixa produtividade da lavoura (apesar de a fertilidade não ser o único fator a influenciar na produtividade);
- Mapa da topografia/elevação do terreno: representa a declividade de cada área cultivada, ou seja, a inclinação da superfície do terreno. Essas informações podem ser utilizadas para a análise de práticas de conservação do solo, como plantio em nível, por exemplo; e também para indicar o potencial produtivo de cada área de acordo com o declive do solo; com a face de exposição do talhão ao sol, entre outros fatores;
- Mapas das características físicas do solo: apresentam aspectos específicos do solo, como por exemplo textura; compactação; capacidade de retenção de água. São instrumentos ideais para auxiliar na tomada de decisão quanto a determinado sistema de manejo, como o sistema de irrigação (a textura do solo e sua retenção de água são fatores que determinam bastante a necessidade de se irrigar).
Além desses, existem outros tipos de mapas muito utilizados, sobre os quais falaremos no próximo post da série. Não perca!

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