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Análise de solo: você está fazendo isso corretamente?

Publicação: 18/02/2020 às 16:13 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

A agricultura está avançando a passos largos. Isso é um bom sinal. Ótimo, diga-se de passagem. Muitas técnicas são introduzidas diariamente e várias delas unem de forma produtiva o campo e a tecnologia.
Estamos na época perfeita para investimentos em resultados eficazes e de baixo custo. Sabe o que é ideal? Uma análise de solo completíssima.
Nesse texto, vamos te introduzir e conduzir a uma amostragem perfeita e resultados de sucesso.
Como realizar corretamente?
Você nos pergunta e nós te respondemos! De maneira geral, uma amostragem de solo inicia-se com os seguintes passos:
  1. Primeiramente deve-se separar a área a ser analisada em glebas (talhões) levando em consideração:
  2. Tipo de solo: cor, textura e profundidade de perfil (0-20 cm, 20-40cm, respectivamente);
  3. Topografia: mudanças de declividade (topo, encosta, baixada);
  4. Vegetação: tipos diferentes de cobertura vegetal;
  5. Diferenças de adubação: histórico e utilização da área, referente ao uso de corretivos e fertilizantes;
  6. Grau de drenagem: separar as áreas que sofrem alagamentos.
Lembramos que o ideal é que as glebas a serem amostradas não excedam 10 hectares. Fique ligado, pois no caso de amostras utilizadas para financiamento, deve-se consultar a exigência do banco financiador quanto à quantidade de amostras para representar a área escolhida.
Conteúdo exclusivo

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Análise de solo: você está fazendo isso corretamente?

3 problemas acarretados pela nutrição excessiva

Publicação: 22/01/2020 às 14:53 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0



Como já sabemos, a adubação é um
a parte muito importante do cultivo. Mas, existe um limite para que esse uso não seja excessivo e acarrete em problemas para a sua lavoura e para o seu bolso, e até traga prejuízos ao solo e ao meio ambiente.
 
A questão é bem séria, pois algumas delas podem até mesmo comprometer as safras seguintes e até todo seu solo de cultivo.

Para evitar isso, nada melhor que conhecer mais a fundo alguns problemas. Veja quais:

1 - A
ntagonismo
 
O chamado antagonismo é um efeito ocasionado pelo excesso de nutriente do solo. Ao exceder esse limite, acontece uma redução considerável de absorção de outros pela planta.
 
Além disso, podemos notar a chamada Inibição Competitiva. Ela é considerada quando os nutrientes competem pela maior absorção e aquele em excesso pode bloquear a absorção dos outros.
 
Esse efeito é claramente visto através da relação de equilíbrio do potássio (K), cálcio (Ca) e magnésio (Mg). Esses teores precisam estar em harmonia para sua total absorção e resultados na lavoura.
 
2 - Doenças
 
Sim! Uma planta com nutrientes desbalanceados, fica vulnerável à possíveis diversas doenças oportunistas. Essa condição de desequilíbrio atinge diretamente o potássio (K), cálcio (Ca) e magnésio (Mg).
 
Um exemplo claro é do potássio, sua deficiência promove o aumento de aminoácidos e açúcares solúveis na folha. Sabe o que isso acarreta? Na germinação de esporos e crescimento dos fungos.

3 - Salinidade


Se você observar bem, no rótulo do seu fertilizante é possível ver que ele em si já possui um nível de salinidade de uso ideal. Neste caso, seu excesso gera um aumento considerável na salinidade do ambiente e traz um efeito de estresse a planta.
 
Então, podemos observar dois efeitos bem negativos: estresse osmótico (faz com que a planta sinta necessidade constante de água) e o estresse iônico (toxidez).


Resultados e exatidão na escolha
Viu como é importante esse acompanhamento de perto do que é usado na sua lavoura?
 
Sabia que essa prática de controle pode diminuir custos desnecessários consideravelmente?
 
Mas, você nos pergunta: “como?”. Te diremos agora! Através da análise de fertilizantes e corretivos. Esse é um método muito eficaz, pois te assegura sobre a procedência e efetividade do adubo utilizado em sua lavoura.


Para que perder tempo e dinheiro? Para se certificar que esses níveis estejam corretos, solicite a sua análise com a gente.

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3 problemas acarretados pela nutrição excessiva

5ª Encontro Técnico do Laboratório Exata

Publicação: 10/12/2019 às 13:50 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Nesta última sexta-feira (06/12), aconteceu a quinta edição do nosso encontro técnico. O evento anual, reúne parceiros e clientes para um momento de troca de experiências.

Tradicionalmente, o dia se inicia com uma visita técnica às estruturas do laboratório. Dessa forma, os participantes conhecem de perto todo o processo das análises e podem conferir de perto os equipamentos inovadores que dispomos em nosso portfólio.

Nesta edição, as palestras aconteceram no Hotel Thermas Bonsucesso, com a presença de cerca de 70 convidados. A programação se iniciou com a apresentação de três cases de sucessos de clientes Exata, sendo eles: Jair Leão Jr (Engenheiro Agrônomo), que falou sobre os “Desafios do Agronegócio”. Também tivemos a presença do Fabrício Souza, representante da Foco Assessoria Agrícola que discorreu sobre “A Importância da Qualidade na Amostragem de Solo”. Por fim, Jeander (representante da RTV Prime Agro) comentou sobre a “Marcha de absorção de nutrientes no milho 2° Safra”.

Logo em seguida, Adelino Carvalho lançou aos participantes a nova versão do app “InfoSoil”. Agora a nova tecnologia, possui mais funcionalidades e irá ajudar os usuários na gestão de fertilidade da lavoura.

As comodidades são inúmeras. Além de visualizar o laudo no celular, o produtor receberá também as recomendações de como deverá trata-la.

O ponto alto da programação foi a palestra sobre “Análise de tecido e seu uso para diagnóstico nutricional”, com o Engenheiro Agrônomo Diretor da FW Assessoria E Consultoria, Fernando D. Warpechowski. Uma oportunidade excelente para que os participantes aprofundassem sobre o assunto e tirassem dúvidas, já que a palestra finalizou com um breve debate.

O Encontro Técnico que se iniciou há cinco anos, vem crescendo vertiginosamente a cada ano e tem sido um diferencial do Laboratório Exata, de acordo com os participantes.

         
5ª Encontro Técnico do Laboratório Exata

O que é agricultura 4.0?

Publicação: 22/04/2019 às 16:48 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

As soluções digitais que podem facilitar o dia a dia na fazenda: isso é Agricultura 4.0! É um conjunto de tecnologias digitais integradas e conectadas por meio de sistemas e equipamentos, que é capaz de favorecer a produção agrícola em todas as suas etapas. Ao produtor rural que não é habituado à tecnologia, pode parecer um ambiente desafiador, mas vale a pena tentar se inserir nesse meio, que pode trazer vários benefícios, tais como: 

- melhora da produtividade agrícola;

- eficiência da utilização de insumos;

- aumento da segurança dos trabalhadores;

- diminuição dos impactos ambientais;

- redução de custos.

As ferramentas utilizadas devem atender às demandas específicas de cada fazenda, o que exige conhecimento da propriedade e do negócio. Podem ser utilizados drones, veículos autônomos, biotecnologia, big data e outras inovações tecnológicas, existem até sistemas que obtêm desde informações sobre doenças em suas plantas até o contato com produtores que passaram por situações parecidas em suas propriedades.

E para auxiliar na tomada de decisões do produtor rural, fornecer laudos, para que ele tenha rápido acesso a cotações da soja e do milho, bem como a informações sobre a morfologia de nossos solos, os nutrientes necessários às plantas, para que calcule a elevação de Ca e Mg, calcule a saturação de bases e o alumínio trocável, está disponível grátis na App Store e no Google Play o aplicativo INFOSoil, do Laboratório Exata. Lá o produtor também pode solicitar análises com poucos cliques. O futuro chegou ao campo!

O que é agricultura 4.0?

Laboratório Exata prestigia a Tecnshow 2019

Publicação: 19/04/2019 às 13:07 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

A Tecnoshow vem conquistando ao longo de seus 18 anos de existência uma posição de destaque não somente no Centro-Oeste, mas em todo o país, estando entre as maiores feiras de tecnologia rural do Brasil. Em 2019 não foi diferente, o evento atraiu mais de 118 mil pessoas, e movimentou cerca de 3,4 bilhões em volume de negócios. 
Mas não é de agora que o Laboratório Exata reconhece a grandiosidade da Tecnoshow. Já faz uma década que comparecemos ao evento, que se tornou tradicional e indispensável em nossa programação anual.
Na edição deste ano montamos nosso estande em conjunto com a Perten Instruments, uma companhia da PerkinElmer especializada em instrumentos de análise para o mercado alimentício. 
Outra novidade na nossa participação na Tecnoshow foi o INFOSoil, aplicativo do Laboratório Exata, que está cheio de funcionalidades e que leva as análises ao produtor, ao alcance de um clique, gratuitamente. 
Em mais uma edição de Tecnoshow, encontramos grandes parceiros, clientes e amigos nesse evento que é um marco no calendário do agronegócio brasileiro. Além disso, nossa maior satisfação é saber que mais uma vez levamos ao produtor rural informação séria e segura sobre a importância de que ele tenha como seu aliado um bom laboratório de análises, pois o futuro chegou ao campo!

   


 
Laboratório Exata prestigia a Tecnshow 2019

IV Encontro Técnico do Laboratório Exata

Publicação: 13/12/2018 às 11:23 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

O IV Encontro Técnico do Laboratório Exata aconteceu na última sexta-feira (07) e reafirmou uma tradição que nos empenhamos muito para manter. O evento, que começou com uma visita ao Laboratório, mostrou aos nossos clientes, parceiros e aos cientistas presentes como é a rotina de análises, como são realizados os procedimentos internos e a tecnologia de ponta que é empregada.
Após a visita, as programações aconteceram no salão de eventos do Hotel Thile, onde foram compartilhados casos de sucesso dos clientes Exata, palestras e debates muito construtivos. Representando a Comigo – Rio Verde, o engenheiro agrônomo Leonardo Vinicius Ferreira contou um pouco sobre o sucesso das decisões tomadas diante das análises que receberam do Laboratório Exata, e também relataram seu sucesso os engenheiros agrônomos André Thomaz da AP Tecnologia Agrícola e Diego Sichocki da Meta Consultoria Agrícola, também clientes do Laboratório.
“Como a fertilidade pode afetar a produtividade?” e “Solos de fertilidade construída no Cerrado: diagnóstico e recomendações” foram os temas das palestras, conduzidas, respectivamente, por Silvano Abreu – PhD em Ciência do Solo e Consultor em Solos e Nutrição de Plantas – e por Vinicius de Melo Benites – Chefe de pesquisa e desenvolvimento da Embrapa Solos. O público presente (cerca de 50 pessoas) participou ativamente e levantou muitas questões sobre os temas, que são de extremo interesse dos produtores rurais.
Foram momentos de compartilhamento de experiências e estudos importantíssimos para o agronegócio, além de uma oportunidade em que todos comemoraram mais um ano de alta produtividade. Fechamos o dia com um caloroso ‘happy hour’, em que proporcionamos interatividade, boa comida e muita alegria.
Queremos agradecer a todos que compareceram, que contribuíram para realizarmos com sucesso mais um Encontro Técnico, e que nos incentivaram a continuar buscando evoluir e organizar um evento mais forte a cada ano!

  
 
  
  
  
 
 
 

 

Crescimento da olericultura no mercado nacional

Publicação: 29/10/2018 às 18:35 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

A olericultura é uma parte da horticultura, trata-se do cultivo de oleráceas e/ou hortaliças: plantas folhosas; raízes; bulbos; tubérculos e diversos frutos. É uma cultura que cresceu bastante em nosso país, e tem ganhado espaço principalmente nas unidades familiares, com o aumento da demanda por alimentos mais saudáveis.
A produção da olericultura ficou por muito tempo nos chamados “cinturões verdes”, localizados próximos às áreas urbanas, devido, principalmente, à proximidade dos centros consumidores. O aprimoramento da logística da produção e da entrega permitiu a rápida expansão dessas áreas para locais onde se praticava normalmente apenas a cultura de cereais, como as regiões mecanizáveis do cerrado.
Nos últimos anos, essa expansão proporcionou um aumento expressivo na produção brasileira de hortaliças, o que contribuiu para geração de mais empregos e para a tecnificação do sistema de produção.
São culturas com ciclos biológicos consideravelmente curtos, o que proporciona mais de um cultivo por ano, e, consequentemente, uma boa rentabilidade em pequenas áreas.
Além disso, muitas dessas lavouras atualmente representam uma alternativa de rotação de culturas como soja, milho e feijão, principalmente na região do cerrado. Podemos apontar alguns benefícios interessantes dessa diversificação, tais como: é uma forma de quebrar o ciclo reprodutivo de muitas pragas, doenças e plantas daninhas; e muitas empresas que investem nessa rotatividade têm se tornado mais competitivas.
Por outro lado, a olericultura demanda elevada atenção, desde o preparo do solo até as operações de colheita, com tratos culturais intensivos. Por isso é considerada uma atividade de risco, devido a fatores climáticos, técnicos e econômicos.
Para driblar os riscos, os produtores têm investido em tecnologias, e também se especializado em determinados nichos, como a produção e beneficiamento de olerícolas em porções prontas para o consumo; ou produção de mini-hortaliças, de frutas vermelhas e frutas como a physalis, que possuem grande valor agregado.
Crescimento da olericultura no mercado nacional

Agricultura de precisão: Mapas de variabilidade

Publicação: 29/09/2018 às 11:16 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Continuando a série sobre agricultura de precisão, agora falaremos dos mapas de variabilidade ou de condição, que são essenciais para a análise de cada parte do terreno/lavoura. Alguns dos principais tipos de mapa de variabilidade são: 
- Mapas da fertilidade do solo: com a amostragem e análise química do solo, é possível gerar mapas específicos, que demonstram indicativos de sua fertilidade. Podem ser elaborados mapas com os índices de macronutrientes (como fósforo; potássio; cálcio; magnésio; enxofre); mapas de micronutrientes (como boro; cobre; zinco; manganês; molibdênio; ferro); de pH do solo; de soma ou de saturação de bases; entre outros. Esses mapas são muito importantes para observação da produtividade da lavoura, pois áreas de baixa fertilidade podem determinar baixa produtividade da lavoura (apesar de a fertilidade não ser o único fator a influenciar na produtividade);
- Mapa da topografia/elevação do terreno: representa a declividade de cada área cultivada, ou seja, a inclinação da superfície do terreno. Essas informações podem ser utilizadas para a análise de práticas de conservação do solo, como plantio em nível, por exemplo; e também para indicar o potencial produtivo de cada área de acordo com o declive do solo; com a face de exposição do talhão ao sol, entre outros fatores;
- Mapas das características físicas do solo: apresentam aspectos específicos do solo, como por exemplo textura; compactação; capacidade de retenção de água. São instrumentos ideais para auxiliar na tomada de decisão quanto a determinado sistema de manejo, como o sistema de irrigação (a textura do solo e sua retenção de água são fatores que determinam bastante a necessidade de se irrigar).
Além desses, existem outros tipos de mapas muito utilizados, sobre os quais falaremos no próximo post da série. Não perca!

A agricultura de precisão na produção de grãos

Publicação: 18/09/2018 às 15:25 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Os conceitos e técnicas da agricultura de precisão contribuem para o aumento da eficiência no sistema de produção de grãos. Nesse mercado, as principais aplicações da agricultura de precisão são: 
- Mapeamento da variabilidade do terreno: todas as etapas de manejo são mecanizadas, o que permite conhecer as variabilidades de condições do solo e da lavoura em cada região, de forma que o manejo pode ser particularizado para cada parte do terreno;
- Taxa variada de aplicação de insumos: com máquinas equipadas, há a possibilidade de o distribuidor reconhecer a necessidade de insumos em cada ponto do talhão, durante o deslocamento da máquina. Automaticamente, o distribuidor realiza a alteração na dosagem;
- Taxa variada de aplicação de sementes e fertilizantes: nas áreas de maior produtividade, é realizada uma semeadura mais adensada e com maior dose de fertilizantes. Já nas áreas com menor potencial produtivo, as taxas de aplicação são reduzidas, gerando economia para o produtor;
- Taxa também variada de aplicação de defensivos, de acordo com o mapa de recomendação ou as informações geradas em tempo real pelos sensores. Com isso, há a aplicação na dose necessária e no local correto, além de um alinhamento preciso entre as passadas, evitando sobreposições ou ausência de aplicação;
- Mapa de produtividade da colheita: a colhedora equipada com sensores e receptores de GPS elabora o mapa de produtividade de forma simultânea à realização da colheita, com inúmeros dados que são extremamente úteis para as recomendações de manejo no próximo cultivo.

Como evitar que os bovinos sejam prejudicados pela seca?

Publicação: 23/08/2018 às 13:54 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

O período de seca é uma grande preocupação dos produtores. Isso porque as pastagens amadurecem, os teores de fibra são elevados, a produção de folhas diminui, caem os níveis de energia; minerais; e teores de proteína. Tudo isso prejudica muito o desempenho animal. Mas alguns cuidados podem ser tomados para combater tais efeitos: 
- Na alimentação dos bovinos, realizar uma mistura para corrigir a falta de proteína e energia. Um exemplo de opção é o farelo proteico, que supre a deficiência de nitrogênio (fundamental para auxiliar as bactérias ruminais na fermentação do alimento ingerido, disponibilizando nutrientes para o bovino);
- Deve ser garantido o espaçamento ideal no cocho, para que todos os animais consigam consumir o suplemento de forma homogênea. Para cada produto há um espaçamento mínimo, e os proteinados necessitam de uma metragem maior de cocho;
- Manter sempre água de boa qualidade e à vontade disponível aos animais, com bebedouro próximo ao cocho;
- Manejar racionalmente as pastagens durante a estação de crescimento (águas). Para isso, no final dessa estação (aproximadamente na segunda quinzena de fevereiro) é recomendado iniciar a programação de veda do pasto, conservando alguns piquetes sem animais pastejando, para que durante a seca essas áreas estejam preservadas, com maior concentração e qualidade de forragem.

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