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Produtividade

IV Encontro Técnico do Laboratório Exata

Publicação: 13/12/2018 às 11:23 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

O IV Encontro Técnico do Laboratório Exata aconteceu na última sexta-feira (07) e reafirmou uma tradição que nos empenhamos muito para manter. O evento, que começou com uma visita ao Laboratório, mostrou aos nossos clientes, parceiros e aos cientistas presentes como é a rotina de análises, como são realizados os procedimentos internos e a tecnologia de ponta que é empregada.
Após a visita, as programações aconteceram no salão de eventos do Hotel Thile, onde foram compartilhados casos de sucesso dos clientes Exata, palestras e debates muito construtivos. Representando a Comigo – Rio Verde, o engenheiro agrônomo Leonardo Vinicius Ferreira contou um pouco sobre o sucesso das decisões tomadas diante das análises que receberam do Laboratório Exata, e também relataram seu sucesso os engenheiros agrônomos André Thomaz da AP Tecnologia Agrícola e Diego Sichocki da Meta Consultoria Agrícola, também clientes do Laboratório.
“Como a fertilidade pode afetar a produtividade?” e “Solos de fertilidade construída no Cerrado: diagnóstico e recomendações” foram os temas das palestras, conduzidas, respectivamente, por Silvano Abreu – PhD em Ciência do Solo e Consultor em Solos e Nutrição de Plantas – e por Vinicius de Melo Benites – Chefe de pesquisa e desenvolvimento da Embrapa Solos. O público presente (cerca de 50 pessoas) participou ativamente e levantou muitas questões sobre os temas, que são de extremo interesse dos produtores rurais.
Foram momentos de compartilhamento de experiências e estudos importantíssimos para o agronegócio, além de uma oportunidade em que todos comemoraram mais um ano de alta produtividade. Fechamos o dia com um caloroso ‘happy hour’, em que proporcionamos interatividade, boa comida e muita alegria.
Queremos agradecer a todos que compareceram, que contribuíram para realizarmos com sucesso mais um Encontro Técnico, e que nos incentivaram a continuar buscando evoluir e organizar um evento mais forte a cada ano!

  
 
  
  
  
 
 
 

 

Crescimento da olericultura no mercado nacional

Publicação: 29/10/2018 às 18:35 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

A olericultura é uma parte da horticultura, trata-se do cultivo de oleráceas e/ou hortaliças: plantas folhosas; raízes; bulbos; tubérculos e diversos frutos. É uma cultura que cresceu bastante em nosso país, e tem ganhado espaço principalmente nas unidades familiares, com o aumento da demanda por alimentos mais saudáveis.
A produção da olericultura ficou por muito tempo nos chamados “cinturões verdes”, localizados próximos às áreas urbanas, devido, principalmente, à proximidade dos centros consumidores. O aprimoramento da logística da produção e da entrega permitiu a rápida expansão dessas áreas para locais onde se praticava normalmente apenas a cultura de cereais, como as regiões mecanizáveis do cerrado.
Nos últimos anos, essa expansão proporcionou um aumento expressivo na produção brasileira de hortaliças, o que contribuiu para geração de mais empregos e para a tecnificação do sistema de produção.
São culturas com ciclos biológicos consideravelmente curtos, o que proporciona mais de um cultivo por ano, e, consequentemente, uma boa rentabilidade em pequenas áreas.
Além disso, muitas dessas lavouras atualmente representam uma alternativa de rotação de culturas como soja, milho e feijão, principalmente na região do cerrado. Podemos apontar alguns benefícios interessantes dessa diversificação, tais como: é uma forma de quebrar o ciclo reprodutivo de muitas pragas, doenças e plantas daninhas; e muitas empresas que investem nessa rotatividade têm se tornado mais competitivas.
Por outro lado, a olericultura demanda elevada atenção, desde o preparo do solo até as operações de colheita, com tratos culturais intensivos. Por isso é considerada uma atividade de risco, devido a fatores climáticos, técnicos e econômicos.
Para driblar os riscos, os produtores têm investido em tecnologias, e também se especializado em determinados nichos, como a produção e beneficiamento de olerícolas em porções prontas para o consumo; ou produção de mini-hortaliças, de frutas vermelhas e frutas como a physalis, que possuem grande valor agregado.
Crescimento da olericultura no mercado nacional

Agricultura de precisão: Mapas de variabilidade

Publicação: 29/09/2018 às 11:16 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Continuando a série sobre agricultura de precisão, agora falaremos dos mapas de variabilidade ou de condição, que são essenciais para a análise de cada parte do terreno/lavoura. Alguns dos principais tipos de mapa de variabilidade são: 
- Mapas da fertilidade do solo: com a amostragem e análise química do solo, é possível gerar mapas específicos, que demonstram indicativos de sua fertilidade. Podem ser elaborados mapas com os índices de macronutrientes (como fósforo; potássio; cálcio; magnésio; enxofre); mapas de micronutrientes (como boro; cobre; zinco; manganês; molibdênio; ferro); de pH do solo; de soma ou de saturação de bases; entre outros. Esses mapas são muito importantes para observação da produtividade da lavoura, pois áreas de baixa fertilidade podem determinar baixa produtividade da lavoura (apesar de a fertilidade não ser o único fator a influenciar na produtividade);
- Mapa da topografia/elevação do terreno: representa a declividade de cada área cultivada, ou seja, a inclinação da superfície do terreno. Essas informações podem ser utilizadas para a análise de práticas de conservação do solo, como plantio em nível, por exemplo; e também para indicar o potencial produtivo de cada área de acordo com o declive do solo; com a face de exposição do talhão ao sol, entre outros fatores;
- Mapas das características físicas do solo: apresentam aspectos específicos do solo, como por exemplo textura; compactação; capacidade de retenção de água. São instrumentos ideais para auxiliar na tomada de decisão quanto a determinado sistema de manejo, como o sistema de irrigação (a textura do solo e sua retenção de água são fatores que determinam bastante a necessidade de se irrigar).
Além desses, existem outros tipos de mapas muito utilizados, sobre os quais falaremos no próximo post da série. Não perca!

A agricultura de precisão na produção de grãos

Publicação: 18/09/2018 às 15:25 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Os conceitos e técnicas da agricultura de precisão contribuem para o aumento da eficiência no sistema de produção de grãos. Nesse mercado, as principais aplicações da agricultura de precisão são: 
- Mapeamento da variabilidade do terreno: todas as etapas de manejo são mecanizadas, o que permite conhecer as variabilidades de condições do solo e da lavoura em cada região, de forma que o manejo pode ser particularizado para cada parte do terreno;
- Taxa variada de aplicação de insumos: com máquinas equipadas, há a possibilidade de o distribuidor reconhecer a necessidade de insumos em cada ponto do talhão, durante o deslocamento da máquina. Automaticamente, o distribuidor realiza a alteração na dosagem;
- Taxa variada de aplicação de sementes e fertilizantes: nas áreas de maior produtividade, é realizada uma semeadura mais adensada e com maior dose de fertilizantes. Já nas áreas com menor potencial produtivo, as taxas de aplicação são reduzidas, gerando economia para o produtor;
- Taxa também variada de aplicação de defensivos, de acordo com o mapa de recomendação ou as informações geradas em tempo real pelos sensores. Com isso, há a aplicação na dose necessária e no local correto, além de um alinhamento preciso entre as passadas, evitando sobreposições ou ausência de aplicação;
- Mapa de produtividade da colheita: a colhedora equipada com sensores e receptores de GPS elabora o mapa de produtividade de forma simultânea à realização da colheita, com inúmeros dados que são extremamente úteis para as recomendações de manejo no próximo cultivo.

Como evitar que os bovinos sejam prejudicados pela seca?

Publicação: 23/08/2018 às 13:54 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

O período de seca é uma grande preocupação dos produtores. Isso porque as pastagens amadurecem, os teores de fibra são elevados, a produção de folhas diminui, caem os níveis de energia; minerais; e teores de proteína. Tudo isso prejudica muito o desempenho animal. Mas alguns cuidados podem ser tomados para combater tais efeitos: 
- Na alimentação dos bovinos, realizar uma mistura para corrigir a falta de proteína e energia. Um exemplo de opção é o farelo proteico, que supre a deficiência de nitrogênio (fundamental para auxiliar as bactérias ruminais na fermentação do alimento ingerido, disponibilizando nutrientes para o bovino);
- Deve ser garantido o espaçamento ideal no cocho, para que todos os animais consigam consumir o suplemento de forma homogênea. Para cada produto há um espaçamento mínimo, e os proteinados necessitam de uma metragem maior de cocho;
- Manter sempre água de boa qualidade e à vontade disponível aos animais, com bebedouro próximo ao cocho;
- Manejar racionalmente as pastagens durante a estação de crescimento (águas). Para isso, no final dessa estação (aproximadamente na segunda quinzena de fevereiro) é recomendado iniciar a programação de veda do pasto, conservando alguns piquetes sem animais pastejando, para que durante a seca essas áreas estejam preservadas, com maior concentração e qualidade de forragem.

Importância da análise do pH do solo

Publicação: 13/08/2018 às 12:53 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

O pH do solo é sua medida de acidez e alcalinidade. Os níveis de pH variam de 0 a 14, sendo 7 neutro; abaixo de 7, ácido; e acima, alcalino. Quanto aos solos brasileiros, é ideal que sejam levemente ácidos, com faixa de pH em água entre 5,5 a 6,0 ou pH entre 4,9 a 5,4 em CaCl₂ 0,01 M. Essa é uma regra geral, ressaltando-se que várias plantas têm se adaptado para valores fora dessa faixa, sendo necessário analisar cada caso.

O principal problema do pH com valores menores que esses é o surgimento de Al3+ (alumínio na forma trocável), que causa toxidez às plantas, ocupa as cargas das argilas, impede que os cátions essenciais (como cálcio – Ca; magnésio – Mg; potássio - K) permaneçam no sistema. Quando o pH está entre as faixas citadas acima, todo o Al3+ do sistema é neutralizado, trazendo diversos benefícios às plantas, como a maior disponibilidade de Ca, Mg e K.

A análise de solo indica, entre outros índices, o valor do pH, e, portanto, é essencial para a prática da calagem, que pode corrigir a acidez do solo. Essa redução de acidez promove o aumento da disponibilidade de fósforo e molibdênio, diminuindo a disponibilidade de micronutrientes metálicos, como manganês, ferro, zinco e cobre. Em síntese, os níveis de pH controlam vários processos químicos que acontecem no solo, especificamente a disponibilidade de nutrientes para a planta. Por isso é vital manter níveis adequados para que as plantas atinjam todo o seu potencial.

Aumento de produtividade das lavouras com a aplicação de calcário

Publicação: 22/06/2018 às 12:18 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 1

      Um estudo recente, realizado no Mato Grosso, registrou aumento na produção de grãos devido à aplicação de maior dose de calcário nas lavouras daquela região. A importância da calagem já vem sendo ressaltada por muitos pesquisadores, e a utilização de dose extra em solos mais ácidos tem gerado alta produtividade.

     Como os solos brasileiros são na maioria das vezes muito ácidos, demandam a correção com calcário para melhor desenvolvimento dos cultivos.

    Muitos estudos científicos vêm comprovando que maiores doses de calcário tem dado bom resultado, ratificando que a falta de calcário é muito mais nociva às lavouras. Nesse sentido, foi publicada recentemente uma pesquisa desenvolvida por estudantes de agronomia do campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Nos testes realizados foi ampliada em duas vezes a dose tradicionalmente aplicada nas lavouras de soja e milho, e se registrou um rendimento médio de 10 sacas a mais por ano.

     O referido estudo testou a administração de doses crescentes de calcário no solo entre 2014 a 2018, sendo que nos primeiros anos o efeito não foi tão considerável, o calcário reagiu pouco. Porém, nos anos seguintes, quanto maior a dose utilizada, maior foi a produtividade. O desenvolvimento das plantas de soja e milho foi mensurado sistematicamente, e o professor Doutor Anderson Lange comentou: “Três safras depois da aplicação de altas doses de calcário em campo, os resultados ficam evidentes: plantas de soja com mais vagens, mais ramos, redução no nível de abortamento das flores e vagens, com o chamado ‘efeito cimento’ ampliado, que significa vagens mais ‘pregadas’ à planta,e mais firmes. Nas lavouras de milho, espigas robustas e alta produtividade de grãos”.

     Para estar cada vez melhor informado sobre a correta aplicação do calcário, e, assim, otimizar sua produtividade, é fundamental que o produtor invista na análise de solo, e os resultados auxiliarão no cálculo do custo-benefício de tal aplicação.

     No site do Laboratório Exata disponibilizamos uma calculadora de calagem, muito útil para auxiliar na tomada de decisão sobre a melhor quantidade a administrar, de forma a aumentar a produtividade das culturas.

Fontes: 
https://glo.bo/2sOwMJP
https://bit.ly/2llqZHq

Laboratório Exata marca presença no VIII Congresso Brasileiro de Soja

Publicação: 19/06/2018 às 18:54 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

       A Embrapa Soja realizou na última semana (entre 11 a 14/06/2018) o VIII Congresso Brasileiro de Soja, no Centro de Convenções de Goiânia – GO.
O tema dessa edição foi “Inovação, tecnologias digitais e sustentabilidade da soja”, e destacou o quanto as ferramentas modernas podem auxiliar no aumento de produtividade das lavouras e, ao mesmo tempo, favorecer a sustentabilidade.
    O Laboratório Exata esteve presente no congresso, por meio de seu diretor comercial, o engenheiro agrônomo Nilson Brait. O evento, que contou com mais de 2 mil participantes, foi uma oportunidade de ampliar os conhecimentos sobre os avanços tecnológicos na área agrícola e interagir com grandes especialistas da área, clientes e parceiros.
    Foram abordados temas como as tendências de mercado para o Complexo Soja; armazenagem; melhoramento da soja; controle da ferrugem; uso de imagens e sensores na produção de soja; patógenos de solo; estratégias para enfrentamento da seca; soja integrada à pecuária; fazendas do futuro; entre outros, sempre girando em torno das inovações e desafios tecnológicos.
       Diversos estudiosos e profissionais da área compartilharam seus conhecimentos, como os pesquisadores Alexandre Cattelan (pesquisador da Embrapa e presidente do Congresso), Robélio Marchão (Embrapa Cerrados) e Atanu Biswas (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos); o diretor de Inovação e Tecnologia da Embrapa, Cléber Oliveira Soares; os professores Leandro Maria Gimenez e Marcos Rafael Nanni; o presidente da John Deere no Brasil, Paulo Herrmann; a pesquisadora da Basf, Karen Century; o presidente da Prosoja Brasil, Barolomeu Bráz; entre outros.
     Durante o congresso, o atual presidente da Embrapa, Celso Moretti, comentou que “O Brasil conseguiu mudar a história de sua produção agrícola de forma sustentável e hoje é capaz de alimentar até sete vezes sua população. O que o país fez nessas últimas quatro décadas não tem precedentes em lugar nenhum do mundo”.
       A cada evento científico ou tecnológico que participamos, percebemos que a produção agrícola continuará sendo impactada com várias inovações. Nossa equipe está sempre se atualizando para acompanhar todas as novidades, e, assim, utilizar a tecnologia a favor dos nossos procedimentos e para beneficiar nossos clientes.

    Alessandro (Mosaic Fertilizantes) e Nilson Brait (diretor comercial do Lab. Exata) Marcio (SGS) e Nilson Brait (diretor comercial do Lab. Exata)
Laboratório Exata marca presença no VIII Congresso Brasileiro de Soja

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