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A agricultura de precisão na produção de grãos

Publicação: 18/09/2018 às 15:25 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Os conceitos e técnicas da agricultura de precisão contribuem para o aumento da eficiência no sistema de produção de grãos. Nesse mercado, as principais aplicações da agricultura de precisão são: 
- Mapeamento da variabilidade do terreno: todas as etapas de manejo são mecanizadas, o que permite conhecer as variabilidades de condições do solo e da lavoura em cada região, de forma que o manejo pode ser particularizado para cada parte do terreno;
- Taxa variada de aplicação de insumos: com máquinas equipadas, há a possibilidade de o distribuidor reconhecer a necessidade de insumos em cada ponto do talhão, durante o deslocamento da máquina. Automaticamente, o distribuidor realiza a alteração na dosagem;
- Taxa variada de aplicação de sementes e fertilizantes: nas áreas de maior produtividade, é realizada uma semeadura mais adensada e com maior dose de fertilizantes. Já nas áreas com menor potencial produtivo, as taxas de aplicação são reduzidas, gerando economia para o produtor;
- Taxa também variada de aplicação de defensivos, de acordo com o mapa de recomendação ou as informações geradas em tempo real pelos sensores. Com isso, há a aplicação na dose necessária e no local correto, além de um alinhamento preciso entre as passadas, evitando sobreposições ou ausência de aplicação;
- Mapa de produtividade da colheita: a colhedora equipada com sensores e receptores de GPS elabora o mapa de produtividade de forma simultânea à realização da colheita, com inúmeros dados que são extremamente úteis para as recomendações de manejo no próximo cultivo.

Como evitar que os bovinos sejam prejudicados pela seca?

Publicação: 23/08/2018 às 13:54 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

O período de seca é uma grande preocupação dos produtores. Isso porque as pastagens amadurecem, os teores de fibra são elevados, a produção de folhas diminui, caem os níveis de energia; minerais; e teores de proteína. Tudo isso prejudica muito o desempenho animal. Mas alguns cuidados podem ser tomados para combater tais efeitos: 
- Na alimentação dos bovinos, realizar uma mistura para corrigir a falta de proteína e energia. Um exemplo de opção é o farelo proteico, que supre a deficiência de nitrogênio (fundamental para auxiliar as bactérias ruminais na fermentação do alimento ingerido, disponibilizando nutrientes para o bovino);
- Deve ser garantido o espaçamento ideal no cocho, para que todos os animais consigam consumir o suplemento de forma homogênea. Para cada produto há um espaçamento mínimo, e os proteinados necessitam de uma metragem maior de cocho;
- Manter sempre água de boa qualidade e à vontade disponível aos animais, com bebedouro próximo ao cocho;
- Manejar racionalmente as pastagens durante a estação de crescimento (águas). Para isso, no final dessa estação (aproximadamente na segunda quinzena de fevereiro) é recomendado iniciar a programação de veda do pasto, conservando alguns piquetes sem animais pastejando, para que durante a seca essas áreas estejam preservadas, com maior concentração e qualidade de forragem.

Gestores do Laboratório Exata comparecem ao XXI Congresso Mundial de Ciência do Solo (WCSS)

Publicação: 20/08/2018 às 11:17 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Aconteceu durante a última semana o XXI Congresso Mundial de Ciência do Solo (WCSS), no Rio de Janeiro. Foi a primeira vez que o Brasil sediou o congresso, uma grande oportunidade de protagonizar esse evento que é considerado o maior e mais importante em ciência do solo.

Foi um importante momento para interação na área da agronomia e ciências afins, e o Laboratório Exata confirmou presença através de seus gestores Nilson Brait e Marny Brait, que encontraram os professores Milton Moraes e Alfredo Scheid Lopes, e o pesquisador da EMBRAPA CPAC Robélio Marchão, entre outros renomados profissionais.

Tendo como tema principal a problemática “Ciência do Solo: além do alimento e do combustível”, no congresso foram levantadas diversas questões cruciais para que as práticas agrícolas possam acomodar as próximas mudanças ambientais e climáticas e a segurança alimentar; tais como: “como alimentar um planeta faminto? Como abastecer um planeta sem energia? Como saciar um planeta sedento? Como limpar um planeta poluído? Como alcançar um equilíbrio entre a proteção da biodiversidade e o manejo sustentável da terra para a produção agrícola?” Entre muitas outras questões relacionadas às principais funções do solo.

Grandes nomes da ciência do solo comandaram as conferências: Rattan Lal; Pedro A. Sanchez; Diana H. Wall; Fusuo Zhang; Lúcia Anjos; Maurício Lopes; Thelma Krug e Pablo Tittonell. Além da programação científica, o evento contou com o Concurso de Julgamento do Solo; exposição de arte; ExpoSolos; exibição de filmes tematicamente relevantes para a comunidade científica de solo; e condecorações. Uma das mais amplas programações já vistas nas edições desse congresso mundial!

Confira as fotos: https://www.facebook.com/pg/labexata/photos/?tab=album&album_id=2045612582170232

Saiba mais sobre a incrível técnica ICP-MS

Publicação: 15/08/2018 às 16:22 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Uma das técnicas analíticas mais sensíveis, que possibilita a determinação elementar de mais de 70 elementos químicos em níveis que podem variar de partes por bilhão (ppb) a partes por trilhão (ppt) é a Espectrometria de Massa com Plasma Acoplado Indutivamente (ICP-MS). Essa técnica vem sendo muito utilizada para análises de amostras ambientais, como de solos; plantas; e águas; para a determinação de elementos potencialmente tóxicos, como Arsênio; Cádmio; Chumbo; e Mercúrio; para a determinação de mais de 24 elementos, dentre eles impurezas elementares, visando o controle de qualidade de medicamentos através das novas normas da United States Pharmacopeia (USP <232> e <233>); contaminantes inorgânicos em alimentos infantis (RDC 193 ANVISA 12/12/2017); além de exames ocupacionais para avaliação da saúde dos trabalhadores.
O Laboratório Exata conta com dois equipamentos de ICP-MS e três equipamentos de ICP-OES, além de uma equipe de especialistas pronta para desenvolver a melhor solução analítica para seus clientes. Somos especialistas na aplicação e desenvolvimento de métodos em diversos tipos de amostras para posterior determinação multielementar. Consulte-nos.

Importância da análise do pH do solo

Publicação: 13/08/2018 às 12:53 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

O pH do solo é sua medida de acidez e alcalinidade. Os níveis de pH variam de 0 a 14, sendo 7 neutro; abaixo de 7, ácido; e acima, alcalino. Quanto aos solos brasileiros, é ideal que sejam levemente ácidos, com faixa de pH em água entre 5,5 a 6,0 ou pH entre 4,9 a 5,4 em CaCl₂ 0,01 M. Essa é uma regra geral, ressaltando-se que várias plantas têm se adaptado para valores fora dessa faixa, sendo necessário analisar cada caso.

O principal problema do pH com valores menores que esses é o surgimento de Al3+ (alumínio na forma trocável), que causa toxidez às plantas, ocupa as cargas das argilas, impede que os cátions essenciais (como cálcio – Ca; magnésio – Mg; potássio - K) permaneçam no sistema. Quando o pH está entre as faixas citadas acima, todo o Al3+ do sistema é neutralizado, trazendo diversos benefícios às plantas, como a maior disponibilidade de Ca, Mg e K.

A análise de solo indica, entre outros índices, o valor do pH, e, portanto, é essencial para a prática da calagem, que pode corrigir a acidez do solo. Essa redução de acidez promove o aumento da disponibilidade de fósforo e molibdênio, diminuindo a disponibilidade de micronutrientes metálicos, como manganês, ferro, zinco e cobre. Em síntese, os níveis de pH controlam vários processos químicos que acontecem no solo, especificamente a disponibilidade de nutrientes para a planta. Por isso é vital manter níveis adequados para que as plantas atinjam todo o seu potencial.

Você conhece a curiosa história do micro-ondas?

Publicação: 06/08/2018 às 16:31 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

Os fornos de micro-ondas têm diversas funções. Além de estarem presentes na grande maioria das casas, eles também estão nos laboratórios, auxiliando nos processos e reações químicas. Mas para chegar às nossas mãos, os fornos passaram por uma história curiosa. Os aparelhos de micro-ondas foram criados durante a Segunda Guerra Mundial, e funcionavam como radares, para detectar aeronaves inimigas. Eles geravam radiações na forma de micro-ondas eletromagnéticas, que, ao entrar em contato com as aeronaves, emitiam um eco que indicava exatamente a aproximação, localização, objeto, direção, e outros detalhes sobre tais aeronaves.

Foi somente em 1945 que a empresa Raytheon patenteou o processo de cozinhar por micro-ondas, e construiu um forno que tinha 1,7m de altura e pesava 340 Kg. A ideia foi do inventor Percy Spencer. Diz-se que um dia, ao passar por um aparelho de radar ativo, uma barra de chocolate que ele carregava no bolso começou a derreter, e então ele percebeu que poderia utilizar o processo para aquecer alimentos.

De lá até aqui os aparelhos de micro-ondas foram utilizados para diversas funções, inclusive laboratoriais. O Exata está entre os poucos laboratórios agronômicos do Brasil que utilizam a técnica de digestão por micro-ondas em suas análises foliares e na determinação de elementos potencialmente tóxicos. Esse sistema permite maior rapidez, nenhuma perda durante o processo de digestão e menor possibilidade de contaminação da amostra, pois a digestão ocorre em sistema fechado a altas pressões. É a mais alta tecnologia analítica, disponível para os clientes Exata!

Por que cresce o uso de aminoácidos na agricultura?

Publicação: 01/08/2018 às 11:58 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 1

A utilização de aminoácidos tem crescido acentuadamente na agricultura brasileira, por apresentar inúmeros benefícios às plantas e contribuir para o aumento de produtividade e qualidade dos produtos.
Os aminoácidos formam as proteínas, enzimas e hormônios que são essenciais aos seres vivos. Eles desempenham diversas funções, e todo o desenvolvimento das plantas depende da presença dos mesmos. As proteínas das plantas são compostas a partir de um grande número de aminoácidos, e sintetizá-los requer bastante energia da planta, ainda mais se somado aos estresses – como falta de água; calor; transplante.
Quando os aminoácidos são livremente fornecidos, a planta os absorve diretamente e faz uso imediato deles. A importância disso é que nas diversas fases de vida da planta ela pode ficar livre do trabalho de sintetizar aminoácidos, e pode amadurecer, florescer e frutificar melhor.
Além disso, pode-se citar que os aminoácidos trazem diversos benefícios às plantas, como tornar a fotossíntese mais eficiente; atrasar o envelhecimento das folhas, prolongando o ciclo produtivo; aumentar a absorção e translocação de nutrientes; proporcionar um sistema radicular mais desenvolvido; auxiliar para que a planta se recupere mais rapidamente diante de situações de estresse; entre diversos outros.
Devido a todos esses fatores, a aplicação de outros insumos associada ao uso de aminoácidos pode representar aumentos consideráveis da produtividade e saúde das plantas.

Enxofre: elemento fundamental para a soja

Publicação: 09/07/2018 às 14:28 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

     O enxofre (S) é um dos nutrientes mais importantes para o desenvolvimento da soja. Foram observados altos rendimentos da planta com suprimento de S via adubo: a Embrapa Soja conduziu experimentos que revelaram aumentos da ordem de 100 a 500 kg/ha em resposta à aplicação no solo de quantidades entre 25 a 75 kg/ha de S. Tal aplicação deve ser analisada em cada caso, pois diversas condições influenciam no processo, como temperatura; umidade do solo; pH; textura e matéria orgânica do solo; dose do fertilizante aplicado.
     A principal função do enxofre é estrutural, pois compõe quatro aminoácidos: cistina; metionina; cisteína e taurina (os dois primeiros são essenciais ao metabolismo humano e só são produzidos pelas plantas superiores). Nas transformações bioquímicas da soja, o S é um elemento catalisador das principais reações que envolvem o fósforo. Participa do metabolismo do nitrogênio – que é de importância vital para a soja, e faz parte da composição da tiamina (vitamina B1), da biotina e da coenzima A, essenciais para a nutrição humana e para a respiração celular.
     Quando há deficiência de S para a soja, os sintomas aparecem nas folhas novas, em forma de clorose (amarelecimento). Em estágios mais avançados, há o crescimento reduzido das plantas, devido à menor produção de proteínas e acúmulo de Nitrogênio solúvel ao invés de proteico. A deficiência também pode se expressar em menor nodulação e desenvolvimento radicular em soja.
São recomendadas análises de solo (incluindo análise de subsolo) e análise foliar para o diagnóstico da disponibilidade de S para a soja. Nesse caso, a análise química do solo tem se baseado principalmente na determinação dos teores de sulfato, e por meio de amostragens da camada superficial (0 a 20 cm) e subsuperficial (20 a 40 cm), devendo ser tomadas em pelo menos 20 subamostras.
     Em áreas tropicais, como a do nosso país, deve ser redobrada a atenção com os níveis de S no solo, pois são áreas que apresentam solos mais intemperizados, com baixos teores de S (devido à alta lixiviação do nutriente).
Em caso de determinação de deficiência do enxofre, algumas opções de manejo para correção são a adubação de superfosfato simples; sulfato de amônio; gesso natural – por meio de resíduos orgânicos, como a vinhaça; ou por tecnologias mais recentes, que utilizam o enxofre elementar.

Controle de qualidade

Publicação: 27/06/2018 às 09:34 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 0

     

      O Laboratório Exata trabalha com um rigoroso controle de qualidade, reconhecido e certificado por diversos meios oficiais. Participamos de ensaios de proficiência (EP), que são estudos realizados por instituições externas, que avaliam e demonstram a confiabilidade dos nossos resultados.
      Tais ensaios são um dos itens necessários para a acreditação pela norma NBR ISO/IEC 17025:2005, que dispõe sobre requisitos para a competência de laboratórios de ensaio e calibração. A norma é publicada internacionalmente pela ISO e publicada no Brasil pela ABNT. Para demonstrar competência, cada laboratório deve implantar os requisitos de tal norma e ser submetido à auditoria do acreditador.
      Desde 2012 o Exata participa do Ensaio de Proficiência para amostras para Nutrição Animal AAFCO – EUA. Participamos também do Ensaio de Proficiência para Laboratórios de Nutrição Animal – EPLNA – EMBRAPA, e temos certificado de aprovação em ambos ensaios.
      Recebemos os selos de Qualidade em análise de solo pela EMBRAPA e IAC, e selo de qualidade de análise de tecido vegetal da ESALQ-USP. São programas de alto renome, onde os coordenadores enviam amostras idênticas a todos os participantes, que realizam as análises independentes e enviam os resultados para que a coordenação faça a avaliação estatística.

     Tais reconhecimentos, unidos à satisfação de nossos clientes, são para nós motivação para continuarmos controlando diariamente a qualidade de nossos resultados, por meio de amostras de Referência Interna e Materiais de Referência Certificados (MRC), utilizando um sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) totalmente voltado para o atendimento das normas vigentes.


 

Aumento de produtividade das lavouras com a aplicação de calcário

Publicação: 22/06/2018 às 12:18 | Autor: Laboratório Exata | Comentários: 1

      Um estudo recente, realizado no Mato Grosso, registrou aumento na produção de grãos devido à aplicação de maior dose de calcário nas lavouras daquela região. A importância da calagem já vem sendo ressaltada por muitos pesquisadores, e a utilização de dose extra em solos mais ácidos tem gerado alta produtividade.

     Como os solos brasileiros são na maioria das vezes muito ácidos, demandam a correção com calcário para melhor desenvolvimento dos cultivos.

    Muitos estudos científicos vêm comprovando que maiores doses de calcário tem dado bom resultado, ratificando que a falta de calcário é muito mais nociva às lavouras. Nesse sentido, foi publicada recentemente uma pesquisa desenvolvida por estudantes de agronomia do campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Nos testes realizados foi ampliada em duas vezes a dose tradicionalmente aplicada nas lavouras de soja e milho, e se registrou um rendimento médio de 10 sacas a mais por ano.

     O referido estudo testou a administração de doses crescentes de calcário no solo entre 2014 a 2018, sendo que nos primeiros anos o efeito não foi tão considerável, o calcário reagiu pouco. Porém, nos anos seguintes, quanto maior a dose utilizada, maior foi a produtividade. O desenvolvimento das plantas de soja e milho foi mensurado sistematicamente, e o professor Doutor Anderson Lange comentou: “Três safras depois da aplicação de altas doses de calcário em campo, os resultados ficam evidentes: plantas de soja com mais vagens, mais ramos, redução no nível de abortamento das flores e vagens, com o chamado ‘efeito cimento’ ampliado, que significa vagens mais ‘pregadas’ à planta,e mais firmes. Nas lavouras de milho, espigas robustas e alta produtividade de grãos”.

     Para estar cada vez melhor informado sobre a correta aplicação do calcário, e, assim, otimizar sua produtividade, é fundamental que o produtor invista na análise de solo, e os resultados auxiliarão no cálculo do custo-benefício de tal aplicação.

     No site do Laboratório Exata disponibilizamos uma calculadora de calagem, muito útil para auxiliar na tomada de decisão sobre a melhor quantidade a administrar, de forma a aumentar a produtividade das culturas.

Fontes: 
https://glo.bo/2sOwMJP
https://bit.ly/2llqZHq

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